A Palavra dos Leitores | 12-05-2012 09:54

Trânsito que foge às portagens causa mossas nas cidades do Médio Tejo

Se eu fosse Presidente de Câmara e mais ainda, Presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo mandava construir uma variante à EN 3 e cobrava uma portagem com valor simbólico para cobrir os custos da sua construção a médio prazo. Quando esta ficasse totalmente paga passaria a gerir esse dinheiro para a sua manutenção e presevação e o que sobrava seria para preservar e fazer a devida manutenção noutras estradas dos concelhos da comunidade Médio Tejo. E bem podem construí-la bem "coladinha" ao IP6 (e não A23 conforme a denominam) para não criar mais mossas em terrenos privados. E não era necessária muita engenharia, nem muito dinheiro, bastava requalificar a EN3 entre a A1 e Torres Novas, de preferência a passar por fora da Zibreira, Barreira Alva e Torres Novas, criar uma variante entre os nós do Entroncamento, depois requalificavam a EN3 entre Constância e a fábrica da "Tupperware" à saída de Montalvo, depois mais uma variante entre os nós de Abrantes e entre Mouriscas e Mação. Com isso as autarquias matavam 2 coelhos duma só cajadada e ainda davam uma bela bofetada de luva branca no Governo e nas SCUTS e ainda recebiam muitos louvores e muitos "simpatizantes" entre os vários munícipes. Gonçalo Rosário Notícia relacionada: http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&idSeccao=479&id=51191&Action=noticia&title=Comentários

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