A Palavra dos Leitores | 17-01-2013 09:11

Demolição de casa decidida pelo Supremo Tribunal continua por cumprir

As REN e RAN continuam a ser delimitadas na prancheta fora das realidades, ao sabor dos estados de espírito dos pós almoços, de muitos interesses, de muitas pressões e de muitas incapacidades.É urgente que tudo que respeite a terrenos, construções, alterações, demolições, etc., seja tratado, autorizado e licenciado por um único gabinete que consultará e obterá autorizações e aprovações de todas as capelinhas instituídas neste País para que não aconteça como a casa dum emigrante que depois de construída e licenciada por tudo que tinha lápis azul e carimbo de óleo para dar aprovação foi vendida três vezes e quando o novo dono, o emigrante, se preparava para firmar contrato com a EDP para fornecimento de energia eléctrica a EDO informou-o de que não podia fazer as ligações porque a casa estava ilegal não obstante ter fornecido energia eléctrica aos anteriores donos. A explicação foi simples, as traseiras da casa estava assinalada pelo IPPAR uma hipotética estação a arqueológica o que impedia quaisquer construções e escavações no local e na área envolvente mas do facto o IPPAR nunca informou ninguém nem a própria Câmara Municipal! O caso acabou com a demolição da casa e o regresso do emigrante ao País que o acolheu, lhe deu trabalho e lhe proporcionou que comprasse casa na sua terra natal onde se preparava para residir em definitivo.Manuel PeñascosoNotícia relacionada: http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&idSeccao=479&id=56400&Action=noticia&title=Comentários

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