A Palavra dos Leitores | 05-11-2013 09:35

Médio Tejo deve servir-se do seu património para ser uma região mais competitiva

Iniciativas para criar postos de trabalho e riqueza são bem vindas. Mas esperar que sejam os "bens culturais" a solução económica (e de sobrevivência das populações)pode ser uma desilusão (ou uma fraude). Em Abrantes houve engenho para manter a actividade industrial. Em Torres Novas souberam tirar partido das ligações rodoviárias e no que isso significa para a logística. Tomar descurou a actividade manufactureira de séculos, acreditou que o futuro era a cultura, o património e o ambiente - passou de uma cidade de atracção, pujante e de referência de toda a região centro para uma (quase) aldeia com história. Rui Sant'Ovaia Notícia relacionada: http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&idSeccao=479&id=66148&Action=noticia&title=Comentários#.UniTiqmp0dU

Mais Notícias

    A carregar...

    Edição Semanal

    Edição nº 1372
    10-10-2018
    Capa Vale Tejo
    Edição nº 1372
    10-10-2018
    Capa Médio Tejo