Arquivo | 15-03-2006 12:02

Pedro Dionísio, 20 anos, Carregado

Pedro Dionísio, 20 anos, Carregado

Pedro Dionísio é um jovem médio direito. Começou a sua carreira de futebolista aos sete anos no Sport Lisboa e Cartaxo, teve uma passagem fugaz de três meses pelo Sporting, e nos juniores jogou no Alverca, de onde transitou para o Carregado, onde está a fazer a sua segunda época como sénior.

Lembra-se de algum golo espectacular que tenha marcado?Lembro de um golo que marquei na final do Torneio Internacional de Juvenis do Cartaxo. Estávamos a perder e no último minuto, fiz um golo espectacular na marcação de um livre directo, que deu o empate e depois acabámos por ir à final e vencer o torneio. Foi um golo inesquecível.Existe mais pressão quando se segue em primeiro ou em último?É diferente. Quando se vai em último há mais pressão. As coisas correm pior, o grupo perde confiança e as cabeças funcionam menos. No primeiro lugar também se sofre pressão mas é muito melhor. Até é bem bom senti-la. Há muita diferença entre o público dos jogos do Distrital e do Nacional?Não há grandes diferenças. Quando ganhamos somos os melhores, quando perdemos somos logo umas bestas. É igual a todos os níveis.Qual foi o jogo mais complicado que passou até hoje?Foi um jogo contra o Benfica quando jogava nos juniores do Alverca. Estávamos na luta com eles pela passagem à terceira fase da prova, precisávamos vencer, e estivemos até ao último minuto na frente do marcador, e já em período de descontos sofremos um golo muito esquisito, que nos afastou dessa fase do campeonato. Nesse ano o Benfica acabou por ser o campeão.Se não fosse futebolista tinha jeito para outra modalidade?Não sei. Desde muito novo que optei pelo futebol. Nunca experimentei outra modalidade a não ser nas aulas de educação física, mas não deu para ver se tinha jeito ou não.Há muita cumplicidade dentro do plantel do Carregado?Há mesmo muita cumplicidade. O plantel tem jogadores com várias idades, mas isso não se nota, todos pensam para o mesmo lado e tentam ajudar-se uns aos outros. E essa entre ajuda é partilhada pela equipa técnica, dirigentes e equipa médica, é um bloco muito unido, e é isso que tem feito com que estejamos na luta pela subida de divisão.

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