Arquivo | 07-03-2012 11:43

Uma reflexão sobre o conteúdo da crónica “Nobreza de espírito”  

Teve sorte o autor da crónica publicada na última página da edição de 1 de Março, que assina JAE. A pessoa importante do Governo que ele conhece, ou conheceu, acabou por lhe dar o número de telemóvel e convidou-o para ir ao gabinete dele contar o caso, de viva voz. O mesmo caso que lhe tinha acabado de contar e que já lhe relatara por carta. O senhor é um dos raros privilegiados deste país. Milhares de cidadãos também gostariam de ter o telemóvel de uma pessoa importante do governo e de receberem um convite para uma visita a fim de explicarem de viva voz os problemas que entendem dever expor. Infelizmente apenas têm direito à tal carta tipo a acusar a recepção. Não acredito que o senhor importante resolva o problema que o preocupa. Afinal as pessoas importantes dos governos não têm tempo para tratar dos reais problemas dos cidadãos uma vez que andam muito ocupadas a tratar de coisas que consideram muito mais importantes mas desejo-lhe que pelo menos consiga descobrir nos olhos do seu interlocutor alguns sinais de que ele o vê e ouve. Já agora aproveite para lhe dizer que...olhe, esqueça...não lhe diga nada. Pelo menos não gasta em palavras. António Pereira de Carvalho

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