Arquivo | 01-01-2013 02:29

Dezenas de milhares no Porto saudaram 2013 entre a chuva e o fogo-de-artifício

Milhares de pessoas juntaram-se hoje na baixa do Porto para celebrar o fim de 2012 e o início de 2013, numa noite em que até S. Pedro ajudou, ao acabar com a chuva que caía pouco antes da meia-noite.Após a tradicional contagem decrescente até ao fim do ano, o céu sobre a Avenida dos Aliados foi pintado com jactos de champanhe e cerca de dez minutos de fogo-de-artifício, acompanhados por imponentes músicas de orquestra alternadas com "rock".Para Paulo Coelho, músico de 41 anos que entre beijos à família e um copo de cerveja acedeu em falar à agência Lusa, o importante em 2013 será que "as pessoas mantenham a esperança, que acreditem que vale a pena lutar" para que se consiga "ter um ano bom", não só em 2013, mas "em todos os outros que venham a partir daí"."Acho que temos todos um bocado a tendência para sermos pessimistas", disse Paulo Coelho, "as coisas não estão fáceis, mas se nos unirmos todos, sem moralismos e sem demagogias, conseguimos lá chegar".Também para António Flores, de 54 anos e acompanhado pela filha de 11, o mais importante em 2013 é simplesmente "que corra tudo pelo melhor" e que "as preocupações que são comuns a todos se resolvam", assim como se "esqueça a velha palavra da crise que é comum a todos nós".A festa de passagem de ano no Porto foi concorrida ao ponto de os hotéis da cidade terem registado uma taxa de ocupação de 90 por cento, ligeiramente superior aos anos anteriores.A festa nos Aliados prosseguiu pela noite dentro com as actuações da H21 Music Band e o DJ Fernando Alvim.

Mais Notícias

    A carregar...

    Edição Semanal

    Edição nº 1363
    08-08-2018
    Capa Médio Tejo
    Edição nº 1363
    08-08-2018
    Capa Vale Tejo