Arquivo | 21-10-2013 09:45

Geração de 1993 do Sporting está na porta de entrada da primeira equipa

O técnico que acompanhou durante dois anos jovens da formação do Sporting como Ricardo Esgaio, Betinho ou João Mário diz que estes jogadores "estão já na porta de entrada da equipa principal" dos leões."Tive a felicidade de trabalhar com jogadores que estão a entrar no futebol profissional neste momento, seja no Sporting seja noutras equipas em Portugal e mesmo no exterior. Por exemplo o Eric Dier, que está muito bem na equipa principal do Sporting e que desde muito cedo já tinha capacidade de liderança, era muito forte no jogo aéreo e na parte técnica", disse à Lusa Renato Matos, actualmente coordenador de prospecção e captação do Desportivo Brasil.Para Renato Matos, Dier até pode ter feito toda a formação como defesa central, mas desde cedo já revelava características para ocupar outras posições no terreno."Notava-se perfeitamente que poderia jogar um pouco mais avançado - como já o vi na equipa principal - como médio defensivo. Sem dúvida foi uma boa aposta da formação do Sporting. Toda a gente que trabalhava na formação acreditava que ele chegaria à equipa principal, como aconteceu", recordou o técnico, em entrevista à agência Lusa.Renato Matos, que levou para o Desportivo Brasil a sua experiência nas camadas de formação portuguesas, considerou que a geração de jogadores nascidos em 1993 no Sporting inclui vários nomes que rapidamente vão saltar para a ribalta do futebol."Esta é uma geração que me fala muito, porque foi a geração que eu acompanhei quando eles foram campeões nacionais de iniciados. A geração 1993, que acompanhei dois anos. A geração do Alberto Coelho (Betinho), do Ricardo Esgaio, do João Mário, que num curto prazo - eles já estão na porta de entrada para a equipa principal - num curto prazo vão demonstrar que são jogadores acima da média", sublinhou.O técnico também trabalhou com Armindo Bangna, conhecido como "Bruma", um jogador já transferido do Sporting para os turcos do Galatasaray."Recordo-me do primeiro dia que vi na Academia o Armindo Bangna, o "Bruma", e aqui no Brasil já vi alguns jogadores que numa primeira observação se equiparavam muito ao que vi no primeiro dia do Bruma", adiantou o técnico, considerando que os clubes portugueses estão "desatentos" ao potencial das academias de formação de jovens talentos no Brasil.

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