Cultura | 28-09-2010 00:18

Tertúlia vilafranquense evoca memória do cavaleiro que marcou a cidade

A tertúlia “O Aficionado”, em Vila Franca de Xira, evoca numa exposição até ao dia 3 de Outubro a memória do cavaleiro José Mestre Batista, emblemática figura do panorama tauromáquico nacional. O cavaleiro viveu grande parte da sua vida em Vila Franca e estabeleceu com a cidade laços e memórias importantes, tendo sido enterrado no cemitério da freguesia. No dia 7 de Maio de 1976 esteve como director de corrida na praça de touros Palha Blanco e autorizou a morte de quatro animais. “Esta exposição surge na sequência dos 25 anos da morte do Mestre Batista. A exposição tem um espólio que nos foi emprestado pela viúva, Tina Batista e que é composta por seis casacas do cavaleiro, incluindo a primeira e a última que ele usou em corrida, um espólio fotográfico e objectos de uso pessoal como o capote e a samarra com pele de cavalo”, refere a O MIRANTE Nelson Lima, da tertúlia “o aficionado”. Na exposição pode também ser observada a pata e o rabo do cavalo “Falcão”.A tertúlia fica situada na Travessa do Mercado, número 12, e a exposição é visitável nos dias úteis entre as 18h00 e as 20h00 e entre as 21h00 e as 23h00. Aos sábados e domingos o espólio pode ser visto entre as 15h00 e as 19h00.A cerimónia de evocação dos 25 anos da sua morte contou com a presença da viúva de José Batista, Tina Batista e de vários nomes importantes da tauromaquia nacional, como os cavaleiros António Ribeiro Telles, Rui Salvador e Joaquim Bastinhas, a que não faltaram matadores de toiros como Mário Coelho, empresários e amigos da família Batista e autarcas. Noticia desenvolvida na próxima edição impressa de O MIRANTE

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