Cultura | 29-10-2013 00:04

Ricardo Chibanga diz que se sente preenchido a levar as touradas pelo país fora com a sua praça desmontável

Ricardo Chibanga diz que se sente preenchido a levar as touradas pelo país fora com a sua praça desmontável
Ricardo Chibanga, o matador que lidava os toiros de joelhos, continua a ser uma referência para aficionados e toureiros e foi homenageado em Azambuja durante um festival de bandarilheiros organizado pela Escola de Toureio Joaquim Gonçalves. Já não toureia mas diz que se sente em grande forma e confessa em conversa com O MIRANTE que todos os dias caminha cerca de oito a dez quilómetros na Golegã, a terra onde vive.Na Praça Ortigão Costa, em Azambuja, o matador entrou com a humildade com que entrava na monumental de Sevilha, fazendo o público aplaudi-lo de pé.O toureiro que veio de Moçambique com o sonho de ser toureiro, já não se atreve a meter-se à frente de um touro, apesar de dizer que está em boa forma física. Agora concentra-se apenas no seu negócio de aluguer da praça desmontável que possui, com capacidade para três mil pessoas. E assim levar a festa brava a vários pontos do país. Ricardo Chibanga atesta com um olhar sereno que a sua vida está completa e que não ambiciona progredir mais como empresário. Aos 70 anos, Chibanga, agradece a Deus anda estar vivo, apontando para as mazelas físicas mais visíveis: A cegueira do olho esquerdo e as marcas de duas cornadas no pescoço. O toureiro diz que as corridas de touros estão diferentes e que há menos gente nos espectáculos por causa da crise. Mas não compreende as criticas que são feitas aos jovens por não terem os mesmos valores taurinos de antigamente.* Reportagem completa na edição semanal de O MIRANTE.

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