Cultura | 12-08-2017 18:00

“No Cegada temos de ser criativos com o pouco que temos”

Eduarda Oliveira tem 40 anos e é directora financeira do Teatro-Estúdio Ildefonso Valério e do Cegada Grupo de Teatro.

Eduarda Filipe de Oliveira nasceu a 26 de Novembro de 1976 em Angola. Veio com os pais para Portugal em 1990, porque a avó paterna era de cá. Foram na altura morar para o Lumiar e o facto de viver na cidade tornou-a uma eterna cosmopolita. Confessa-se muito mais citadina que campina, mas veio morar para Vila Franca de Xira quando casou. Agora reside em Alverca e é directora financeira do Teatro-Estúdio Ildefonso Valério e do Cegada Grupo de Teatro.

“As pessoas às vezes têm uma visão errada da área da cultura, acreditam que quem lá está só faz o que gosta e não é bem assim!", conta Eduarda. "Durante o período da manhã, mesmo não havendo espectáculos, há sempre coisas da parte financeira para fazer, seja para elaboração de projectos para candidaturas, seja para o que já está a decorrer, ver se todos os gastos que estão a ser feitos estão a cumprir o orçamento anteriormente elaborado, porque senão seria caótico. E tudo isso é necessário ser feito e é feito numa altura em que o navio já está em alto mar e não pode parar”.

*Reportagem completa na próxima edição semanal de O MIRANTE

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