Cultura | 30-10-2017 15:12

Círculo Cultural aposta em visitas aos bastidores e tertúlias na “Temporada de Outono”

Círculo Cultural aposta em visitas aos bastidores e tertúlias na “Temporada de Outono”

“Temporada de Outono” do Círculo Cultural Scalabitano (CCS) vai decorrer entre os dias 5 e 25 de Novembro.

Visitas guiadas aos bastidores do Teatro Taborda para os mais pequenos e tertúlias acompanhadas de música e um copo de gin ou uma garrafa de vinho são algumas das novidades deste ao da “Temporada de Outono” do Círculo Cultural Scalabitano (CCS) que decorrerá entre os dias 5 e 25 de Novembro.

Um dos pontos altos é o dia em que o CCS celebra o 63.º aniversário, a 25 de Novembro, pelas 16h00, em que será homenageado ao “ilustre associado” e ex-presidente da direcção do CCS, Adriano Botas Castanho, pelos 50 anos de dedicação à associação cultural. Durante o jantar serão distinguidos outros associados com a medalha de mérito da instituição, cujos nomes ainda não foram revelados.

Haverá ainda o apoio de cinco alunos do curso de Artes do Espectáculo da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado que serão responsáveis pelo “acolhimento do público, animação nas ruas da cidade para promoção da temporada e pela criação de figurinos e adereços”, revela Nuno Domingos, da direcção do CCS, durante a apresentação da “Temporada de Outono”, na quinta-feira, 26 de Outubro, nas instalações da associação cultural.

Este ano, o início da temporada está marcada para as 21h00, de sexta-feira, 3 de Novembro, com a inauguração da exposição de pintura “Reflexos de uma Aprendizagem” com trabalhos realizados pelos alunos do atelier de artes plásticas e azulejaria orientado por Álvaro Pires. Uma exposição que estará patente no Teatro Taborda (CCS) até ao final do mês de Novembro. No mesmo dia, pelas 21h30, na sala polivalente do CCS, haverá a tertúlia “Contos de Mário Gin Tónic” em que, à entrada, será servido um copo de gin. Segue-se a apresentação do recital com obras de Henrique Leiria e termina com uma conversa entre amigos. Mas, este não será a única da temporada. Na sexta-feira, dia 17, pelas 21h30, haverá a tertúlia “À Nossa!... Branco ou Tinto?” onde, à entrada, será oferecido a todos os que que irão assistir, uma garrafa de vinho branco ou tinto “Terras do Paço” da Adega Cooperativa de Alcanhões e no final haverá prova de vinhos. O Coro do CCS alegrará a tertúlia.

O dia 5 de Novembro será dedicado ao ballet, pelas 16h00, com a entrega de diplomas das provas Royal Academy of Dance (Graus e Vocacionais) realizadas no mês de Junho no CCS, em Santarém, e em Lisboa.

“Antes do Crepúsculo” será o nome do livro da autoria de Francisco Pereira que será apresentado no sábado, dia 11, no Teatro Taborda (CCS). “Durante a apresentação vai haver a intervenção de dois amigos que falam sobre o livro e também alguns apontamentos de dança contemporânea por Mafalda Murta”, adianta Nuno Domingos.

E porque a temporada também é para os mais novos, haverá dois teatros infantis: “Pantufa e Augusto à Conquista de Santarém” (dia 12) e “O Urso Dorminhoco” (dia 19) representado pelo Veto Teatro Oficina, grupo que integra o CCS. Espectáculos esses que serão antecedidos de uma visita guiada Teatro Taborda onde as crianças terão a oportunidade de conhecer os bastidores, os camarins, o guarda-roupa, a carpintaria e a sala de ensaios e aquecimento. “O objectivo é que elas conheçam tudo ‘por trás do pano’”, conta Nuno Domingos, referindo que, pelo segundo ano consecutivo, e com o apoio do W Shopping, o CCS vai oferecer entradas grátis para as crianças para assistirem a essas peças infantis.

No dia anterior ao encerramento da temporada e do aniversário do CCS, 24 de Novembro, haverá uma mesa redonda sobre o tema: Sistemas de Gestão de Centros Históricos” com Adelino Gonçalves, professor catedrático na Universidade de Coimbra, Eduardo Miranda, arquitecto, e o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves. Nesta mesa conta-se falar do estado de “ruínas” que o centro histórico escalabitano se encontra mas, sobretudo, saber as acções que a autarquia prevê desenvolver e perceber como é que o CCS pode fazer mais para que esta situação mude.

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