Cultura | 03-08-2018

Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Ana Batista

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Vasco Ponce dos Amadores de Montemor

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Diego Ventura

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Pedro Gil dos Amadores de Alcochete

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

João Ribeiro Telles filho

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Bernardo Dentinho dos Amadores de Montemor

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Ana Batista

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

João Machacaz dos Amadores de Alcochete

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

Diego Ventura

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

António Calça e Pina dos Amadores de Montemor

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

João Ribeiro Telles filho

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Lotação esgotada em Salvaterra de Magos

João Guerreiro dos Amadores de Alcochete

A corrida de toiros realizada no dia 27 de Julho em Salvaterra de Magos foi um bom espetáculo e o papel esgotou nas bilheteiras o que é caso raro.

Um excelente cartaz foi apresentado na passada sexta-feira, dia 27, na Praça de Toiros de Salvaterra de Magos, daí resultando uma enchente de público que esgotou o papel nas bilheteiras, ficando ainda muita gente fora, na esperança de conseguir uma entrada. Foram lidados seis exemplares da ganaderia ribatejana de Pedro Canas Vigoroux, pela cavaleira Salvaterrense Ana Batista, o rejoneador Diego Ventura, primeira figura do toureio mundial, (filho de um casal ribatejano) e João Ribeiro Telles filho. As pegas estiveram a cargo dos consagrados Grupos de Forcados Amadores de Montemor e de Alcochete. Rafael Vilhais, o produtor desta corrida, quis e muito justamente prestar homenagem ao jovem cavaleiro Manuel Vinagre, falecido o ano passado vítima de uma queda a cavalo.

Ana Batista, a quem coube o lote de toiros mais nobres, desenvolveu duas belas lides, em que procurou sempre andar ligada aos oponentes, sendo muito ovacionada pelo público.

Diego Ventura viu-se a braços com o primeiro do seu lote, um belo “ensabanado” de pelagem, mas manso, o qual obrigou a investir numa paciente lide. Contudo, o triunfo máximo veio frente ao quinto, iniciado com os dois compridos, para prosseguir nos diligentes curtos, um de palmo, e já com as bancadas ao rubro, colocar dois excelentes pares de bandarilhas, com a montada sem cabeçada, assim culminou esta sua triunfal actuação.

João Ribeiro Telles andou em plano de batalhador. No primeiro do seu lote, agarrado ao piso, sem mobilidade, terminou com dois “violinos”. No que encerrou a função esteve esforçado, não querendo deixar os seus créditos por mãos alheias.

Tarefa difícil tiveram os forcados, com os toiros a bater forte. Pegaram por Montemor, Vasco Ponce, Bernardo Dentinho e António Calça e Pina, enquanto que pelos alcochetanos pegaram Pedro Gil, Diogo Timóteo, dobrado por João Machacaz, e João Guerreiro (este fazendo jus ao seu apelido), foi um autêntico guerreiro, com o seu grupo, nas seis tentativas culminadas com uma pega em terrenos sesgados. Diogo Timóteo e André Pinto tiveram que ser assistidos na enfermaria da praça.

Corrida excelentemente dirigida por Lourenço Lúzio.

Texto e fotos de Henrique de Carvalho Dias

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