Economia | 02-10-2013 15:55

João Sousa da Silva é Mestre em Cidadania Ambientar e Participação

João Sousa da Silva é Mestre em Cidadania Ambientar e Participação

Trabalho científico apresentado é um roteiro para a criação de uma Agenda 21 em Almeirim

O conhecido Osteopata de Almeirim, João Manuel Sousa da Silva, obteve o grau de Mestre em Cidadania Ambiental e Participação da Universidade Aberta. A apresentação final realizou-se dia 24 de Setembro. Foi-lhe atribuída a classificação de 17 valores. O trabalho científico consistiu na criação de um roteiro facilitador para a criação de uma Agenda 21 local. Nele participaram 436 pessoas daquele concelho, sendo que 406 responderam a inquéritos sobre os pontos fortes e fracos e sobre o que deveria ser melhorado para que Almeirim seja sustentável. Foram analisadas questões ambientais, socioeconómicas, de saúde, acessibilidades, etc... Foi orientadora do mestrado a Dra. Ana Paula Martinho.Além dos inquéritos foram realizadas trinta entrevistas chave com a duração de cerca de duas horas cada, a dirigentes de instituições de relevância, nomeadamente Santa Casa da Misericórdia, Centro de Saúde, Escola Febo Moniz, Associações Desportivas, Bombeiros, autarquias locais, associação de pais, instituição Conde Sobral, Associação de Agricultores, GNR, Rotários e ainda empresas como a Compal e a Encherim, para além de restaurantes. O resultado do estudo apresenta o que deve ser feito em Almeirim nos próximos anos tendo propostas concretas para colocar em acção. De salientar que todas as questões são relativas à vontade do povo de Almeirim. João Manuel Sousa da Silva defende que se as medidas propostas vierem a ser adoptadas, Almeirim passará a ser uma cidade sustentável com grandes melhorias na qualidade de vida local.A agenda 21 constitui um poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma económico e social, que exige uma redefinição do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, e não apenas a quantidade de crescimento. A sua elaboração é obrigatória e a sua aplicação beneficia de apoios comunitários. Trata-se de um documento que estabelece linhas orientadoras para que todos os sectores da sociedade se movimentem numa só direcção - o desenvolvimento sustentável, ou seja, para que haja uma integração real das preocupações de carácter económico, social e ambiental nos diversos sectores da sociedade.

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