Economia | 27-11-2013

Ministro do Ambiente presente na inauguração da nova UAG da Tagusgás de Coruche

As empresas de Coruche que fecharam negócio com a Tagusgás para serem abastecidas com gás natural da Unidade Autónoma de Gaseificação (UAG) vão ter uma redução de cerca de quatro milhões de euros por ano na sua factura energética. A informação foi avançada pelo presidente da Tagusgás, José Eduardo Carvalho, durante a inauguração da nova UAG, na Zona Industrial de Coruche, ao final da manhã desta quarta-feira, 27 de Novembro.José Eduardo Carvalho afirmou também que com a nova UAG de Coruche, que está a funcionar desde Agosto, e com o investimento que vai ser feito até Abril do próximo ano na fábrica de celulose da Caima, em Constância, a Tagusgás vai crescer mais 40 milhões de metros cúbicos de gás natural nos próximos dois anos. O que significa um crescimento de consumo de cerca de 35 por cento ao gás que é actualmente distribuído. “É muito significativo o esforço que temos feito. Superou as expectativas que tínhamos em relação ao dinamismo económico e empresarial do Vale do Tejo e é um indicador claro que estamos na inversão do ciclo económico”, sublinhou José Eduardo Carvalho, que também é presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP).A Tagusgás fez um investimento directo de um milhão de euros na UAG de Coruche. Já estão fechados contratos com as empresas DAI (Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial) e Corticeira. Estão em negociações com mais três empresas sediadas na Zona Industrial de Coruche. Esta UAG é constituída por dois reservatórios criogénicos de gás natural, com um volume de 240.000 metros cúbicos e uma capacidade de vaporização de 10.000 metros cúbicos por hora. “Estamos aqui para acrescentar competitividade ao sector transaccionável”, garantiu José Eduardo Carvalho.A Tagusgás investiu nos últimos anos 103 milhões de euros na rede de gás natural nos 39 concelhos da sua área de concessão [19 no distrito de Santarém, 15 no distrito de Portalegre e 5 no distrito de Leiria]. Construiu 795 quilómetros (km) de rede [145 km de rede primária e 650 km de rede secundária] tendo feito 120 milhões de metros cúbicos de distribuição de gás.Presente na iniciativa esteve o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, que elogiou o trabalho desenvolvido pela Tagusgás. O ministro referiu que 20 por cento de todos os fundos comunitários vão estar destinados a iniciativas que reduzam emissões de gases, que mitiguem ou fomentem a adaptação às alterações climáticas. “Este projecto encaixa nesse princípio e vai tirar partido do facto de ser uma solução de eficiência energética. Esta opção vai permitir baixa de forma significativa o consumo de energia e baixar os custos”, disse.* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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