Economia | 29-07-2015 18:08

Politécnico de Castelo Branco vai ajudar na implementação do mandarim nas escolas

O Instituto Politécnico de Castelo Branco é uma das oito instituições de ensino superior nacionais a participar no projecto de implementação do ensino de mandarim nas escolas secundárias. O papel do IPCB e das outras instituições será o de constituir uma equipa que acompanhe e apoie, nas vertentes científica e pedagógica, a concretização do projecto.O protocolo de colaboração entre o Ministério da Educação e IPCB foi assinado no dia 14 de Julho, entre o Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato e o Presidente do Politécnico de Castelo Branco, Carlos Maia.Nesta ocasião, Carlos Maia revelou a sua “satisfação pela participação do IPCB nesta iniciativa pioneira que surge na sequência da crescente procura pelo ensino do mandarim, a língua mais falada no mundo em termos de língua materna”. O presidente do IPCB acrescentou que “a presença de docentes chineses em Castelo Branco irá permitir reforçar a cooperação sino-portuguesa e a disponibilização de cursos livres à comunidade académica do IPCB, assim como a implementação de iniciativas relacionadas com a difusão da língua e cultura chinesas e destinadas à comunidade albicastrense, o que constituirá uma mais-valia para a região”.Já António Carvalho, director do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares, de Castelo Branco, explicou que “esta iniciativa possibilita a oferta do mandarim em todos os cursos científico-humanísticos, na componente de formação geral, como língua estrangeira III, nível de iniciação, como disciplina bienal (10º e 11º ano) não sujeita a exame final nacional”, e que, por outro lado, “o mandarim pode ainda ser oferecido como língua estrangeira III nas opções da componente de formação específica dos cursos de Línguas e Humanidades, tratando-se de uma disciplina bienal (10º e 11º ano), sujeita a exame nacional no final do 11º ano”.

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