Economia | 05-12-2017 11:04

Artesanato fora do vulgar feito pelo casal da “Bis Ponto Cruz”

Artesanato fora do vulgar feito pelo casal da “Bis Ponto Cruz”
ARTESANATO

Uma designer e um marinheiro que gostam de bordar nas horas livres

A empresa de artesanato “Bis Ponto Cruz”, do casal Bruno Madeira e Sílvia Madeira funciona no Lote 30, 1º Esq. da Urbanização da Quinta do Mocho em Santarém. Executa todo o tipo de trabalhos em ponto cruz, desde babetes, fraldas, toalhas, almofadas, quadros, bijuteria, peças de designer único e em qualquer tipo de material.


Quem borda em ponto cruz é Bruno Madeira, um militar da Marinha Portuguesa com dezassete anos de serviço que também é Bombeiro nos Bombeiros Voluntários de Santarém, pai de dois filhos, que há 2 anos é artesão certificado pelo IEFP com a Carta de Artesão bem como portador da Unidade de Produção Artesanal (UPA).


A esposa, Sílvia Madeira, é designer de equipamento, mãe, dona de casa e a responsável pelo design de grande parte dos trabalhos executados. A ideia da criação de uma empresa de artesanato surgiu com a necessidade de oferecerem algo a um sobrinho que estava para nascer em breve.

Queriam oferecer algo barato e diferente e foi quando se lembraram que ambos sabiam bordar em ponto cruz. Puseram mão à obra fizeram uma fralda bordada com um desenho e o nome do sobrinho. Depois desta fralda muitas vieram no passa palavra, entre amigos e conhecidos.


O casal trabalha em artesanato há oito anos e a “Bis Ponto Cruz” tem um site na internet em www.bispontocruz.pt, bem como no facebook em https://www.facebook.com/bis.p.cruz/. A Bis Ponto Cruz também pode ser contactada através do telefone 914 995 209.


“Todos os trabalhos são personalizados individualmente ao gosto do cliente. A personalização vai desde o conceito de “desenho”, de cores e todo o tipo de materiais a utilizar, primando pela perfeição. O segredo para o sucesso é o cumprimento dos prazos de entrega, a paixão por esta actividade e a constante procura de soluções inovadoras que surpreendam os clientes, tanto a nível de desenhos, como a nível das matérias primas usadas”, refere Bruno Madeira.

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