Economia | 21-05-2018 09:41

Câmara de Coruche quer criar uma incubadora de empresas até ao final do ano

Câmara de Coruche quer criar uma incubadora de empresas até ao final do ano
Foto O MIRANTE

A informação foi dada no sábado, 19 de Maio, durante a inauguração do Núcleo Rural de Coruche.

A Câmara de Coruche quer criar uma incubadora de empresas até ao final deste ano, no primeiro andar do edifício do antigo quartel dos bombeiros da vila. A informação foi dada no sábado, 19 de Maio, durante a inauguração do Núcleo Rural de Coruche no rés-do-chão do mesmo espaço que acolherá a incubadora de empresas. De acordo com o presidente do município, Francisco Oliveira (PS), esta ideia parte da necessidade de haver em Coruche um local que receba os novos empreendedores quer fisicamente quer virtualmente e façam os seus negócios.

Até lá, referiu o autarca, “neste que é o Ano Europeu do Património Cultural, inauguramos o Núcleo Rural de Coruche”. Um espaço de memória e identidade do concelho, mas também de experimentação e no saber-fazer associado aos ofícios e actividades artesanais. “Neste núcleo museológico podemos encontrar a exposição ‘Dos ranchos de gente às máquinas de mil braços: cultivar memórias, semear e aprender’ que conta com profundas alterações ocorridas nas paisagens do vale do Sorraia e as mudanças vivenciadas pela população durante o processo de mecanização da agricultura no território”, adianta Francisco Oliveira.

E porque o Núcleo Rural de Coruche pretende ser dinâmico, o espaço irá receber também várias exposições temporárias durante o ano, como a inaugural dedicada aos bombeiros. Uma exposição intitulada “Um quartel de Memórias” que pretende ser uma singela homenagem a quem dá a vida pelos outros.

O edifício do antigo quartel dos Bombeiros Municipais foi construído em 1929. A partir daí, foi a “casa” da formação de vários bombeiros até 2012 quando passaram para as novas instalações e abriu caminho para a criação do Núcleo Rural de Coruche. O espaço conta com um hall de entrada que receberá exposições temporárias, um pequeno auditório para receber colóquios e conferências, um pátio para receber várias actividades culturais, uma sala com a exposição: “Dos ranchos de gente às máquinas de mil braços”, um Centro de Artes, Ofícios e Profissões Tradicionais (CAOST) com a mostra das profissões de antigamente e dos locais mais frequentados como a mercearia e a taberna.

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