Educação | 07-04-2018 16:05

José Mira Potes candidato à presidência do Politécnico de Santarém

José Mira Potes candidato à presidência do Politécnico de Santarém
Foto O MIRANTE

Director da Escola Agrária de Santarém critica “organização e gestão pouco eficientes” do instituto liderado por Jorge Justino.

O director da Escola Superior Agrária de Santarém, José Mira Potes, anunciou na sexta-feira, 6 de Abril, a sua candidatura à presidência do Instituto Politécnico de Santarém (IPS) e deixou críticas à actual gestão da instituição, presidida por Jorge Justino, ao mesmo tempo que garantiu ter o apoio das direcções de todas as escolas superiores do IPS (Agrária, Desporto, Educação, Gestão e Saúde).

“O Politécnico de Santarém está a passar por um período difícil, que tem sobretudo a ver com as crónicas dificuldades orçamentais que têm condicionado a sua actividade, e com uma organização e gestão pouco eficientes, tanto dos seus recursos financeiros como humanos”, considera José Potes em comunicado, referindo que as eleições para o Conselho Geral do IPS (órgão colegial que elege o presidente do Politécnico) ocorreram sob esse espectro, tendo os directores das escolas superiores apresentado uma lista que acabaria por ser a mais votada.

Uma união que se consubstancia agora também na candidatura de José Potes à presidência do Politécnico de Santarém, onde vai ter como adversário já anunciado o ex-presidente da Câmara de Santarém José Miguel Noras. “O objetivo primeiro desta candidatura é consolidar a integração das cinco escolas superiores na gestão do Politécnico de Santarém, que a elas deve a sua existência, como alternativa a uma gestão centralizada das escolas que espartilha processos e cria o afastamento e desmobilização da comunidade académica relativamente à governação do Instituto”, afirma José Potes.

O candidato apresenta como “estratégia de fundo da candidatura” dois pontos que considera fundamentais: “Reforçar a ligação dos processos de ensino-aprendizagem com os respectivos contextos sócio-profissionais no sentido de ensinar-fazendo”, e “nsistir na abertura do Politécnico de Santarém ao exterior, nomeadamente o seu envolvimento e comprometimento com aquilo que pode disponibilizar”.

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