Entrevista | 08-11-2015 00:27

Museu do Cavalo vai nascer na Golegã até final do mandato

Museu do Cavalo vai nascer na Golegã até final do mandato

Presidente da câmara, Rui Medinas, faz balanço do que já foi feito neste mandato e fala no que quer fazer.

O que tem sido feito para afirmar mais a Golegã como "Capital do Cavalo"?Para começar, perseguir um desígnio que passa por afirmar a Golegã como Capital do Cavalo 365 dias por ano, ou seja, inverter progressivamente o fenómeno de sazonalidade associado à Feira de São Martinho/Feira Nacional do Cavalo. Em nossa opinião isso tem sido conseguido, quer na vertente desportiva associada ao cavalo, por via da realização de novas competições nacionais e internacionais, quer na vertente do turismo equestre, por via de uma crescente procura ao nível dos passeios equestres. Situação que não é alheia ao foco que se tem colocado nesta temática, e que produziu já um Plano de Intervenção para o Turismo Equestre recentemente aprovado pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, onde a Câmara da Golegã integrou a comissão de acompanhamento.O centro de alto rendimento está a conseguir captar, e de que forma, as atenções internacionais?Sim, de uma forma crescente, através da realização de competições internacionais de saltos de obstáculos que se iniciaram no presente ano de 2015, que perspectivamos que se venham a manter no próximo ano, acompanhadas da vertente internacional ligada ao ensino. Esta projecção internacional deverá também fazer-se na esfera de influência de alguns dos nossos actuais parceiros, da Europa e de África, bem como por via da Fundação do Desporto e da Federação Equestre Portuguesa.* Entrevista desenvolvida na edição semanal de O MIRANTE

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