Entrevista | 22-01-2017 14:04

Nené e Vasco Cunha em Duetos Improvisados

Nené e Vasco Cunha em Duetos Improvisados

Empresário tauromáquico António Manuel Cardoso, e Vasco Cunha, vereador da Câmara do Cartaxo.

António Manuel Cardoso "Nené" está sempre em movimento. Porque a sua actividade de empresário tauromáquico a isso obriga e porque a vida é para usufruir dia após dia com redobrado prazer.

Vasco Cunha, vereador da Câmara Municipal do Cartaxo, eleito pelo PSD, aparenta ser mais sossegado mas as aparências podem iludir. Diz que a simples ideia de se imaginar à pesca com alguns amigos que gostam de pescar, o faz ficar nervoso.

Os dois foram convidados de O MIRANTE para mais uma conversa da série duetos e, conforme lhes foi pedido, falaram de assuntos sobre os quais não é habitual falarem.

O proprietário da empresa Toiros & Tauromaquia, António Manuel Cardoso "Nené", usa a liberdade de expressão prevista na Constituição da República sem receios nem constrangimentos. Para ele um cão é um cão, um gato é um gato e o politicamente correcto é modalidade que não pratica. A certa altura da conversa com o vereador da Câmara do Cartaxo e quadro do grupo Millennium BCP, Vasco Cunha, quando se falava de usos e costumes explicou a forma como encara a moda dos "piercings".

"Quando era miúdo via os toiros com um arganel no nariz. Agora em vez de toiros vejo pessoas com essas argolas. Aos toiros metem-se aqueles chips nas orelhas, é o passaporte deles. Mas há pessoas que em vez de um usam vários e nas duas orelhas. No outro dia passei por um rapaz e até me ia dando um ataque. Tinha um buraco numa orelha que cabia lá... não sei o quê".

Desafiado a dar a sua opinião sobre o que aprecia mais numa mulher, evitando os lugares comuns dos olhos e da inteligência, Vasco Cunha opta por não abrir nenhum tratado de anatomia feminina. "O que me chama mais a atenção numa mulher é a sua forma de andar. De preferência com sapatos de meio salto ou de salto alto". O seu companheiro de conversa sorri e lembra os tempos em que ainda era possível dirigir um piropo a uma mulher sem se correr o risco de apanhar uma multa.

Os dois confessam-se apreciadores de bons vinhos e de boa gastronomia. São fumadores e dizem que gostam das coisas boas da vida, estando pouco dispostos a prescindir delas no dia a dia a não ser que a isso sejam obrigados ou que haja valores mais altos que se levantem. Foi o caso do empresário tauromáquico que o ano passado esteve seis meses sem beber nem fumar por causa do 45º aniversário dos Forcados Amadores de Alcochete, do qual foi cabo entre 1984 e 1995.

* Entrevista completa na edição semanal de O MIRANTE.

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