Entrevista | 04-06-2017 10:06

Um clube centenário que está num ponto de viragem

Um clube centenário que está num ponto de viragem
Fernando Peres Graça está no cargo há cerca de 15 anos

Na próxima época, “Os Caixeiros” querem voltar a ter equipas seniores de andebol, futsal e hóquei em patins, para juntar ao futebol.

Fundado há cem anos por empregados do comércio da cidade, vulgo “caixeiros”, que queriam praticar futebol, o Grupo de Futebol Empregados do Comércio passa actualmente por uma segunda vida no que toca à modalidade que lhe deu nome.

Depois de anos em que se destacou em desportos como o ténis de mesa, o hóquei em patins o andebol e o futsal, o futebol ressuscitou no clube e é hoje uma das suas frentes de actividade, com a equipa sénior a militar na 1ª divisão distrital. Mas na calha está também já a reactivação do andebol, do hóquei em patins e do futsal nos escalões de seniores já na próxima época, com recurso sobretudo a antigos atletas do clube.

“Ténis de mesa de momento não temos mas a qualquer altura pode ser também reactivado. É uma das modalidades que está na origem do clube”, diz o presidente da comissão administrativa, Fernando Peres Graça.

É uma nova vida pela frente no ano do centenário do clube, que se assinala a 5 de Junho mas vai ser celebrado lá mais para a frente, no início da próxima época desportiva, para marcar também o regresso dessas modalidades nos escalões seniores e relevar o ecletismo da que é hoje a agremiação desportiva mais antiga da cidade. Basquetebol, boxe e atletismo foram outras modalidades que o clube já dinamizou.

Actualmente com cerca de mil sócios, dos quais só metade paga quotas assiduamente, e 200 praticantes de desporto nas várias modalidades, o Grupo de Futebol Empregados do Comércio vive os problemas comuns a tantas colectividades. Nomeadamente a dificuldade em renovar os órgãos sociais.

Fernando Peres Graça está no cargo há cerca de 15 anos e reconhece que falta gente interessada na vida da associação. A sede de sempre, no centro histórico da cidade, está aberta diariamente, mas é pouca a afluência. Tal como são poucos os que se predispõem a integrar a direcção.

* Entrevista completa na edição semanal de O MIRANTE.

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