O MIRANTE TV | 03-07-2018

14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém

1 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
2 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
3 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
4 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
5 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
6 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém
7 / 7
14ª edição do Terras Sem Sombra terminou em Santiago do Cacém

É um acontecimento nacional mas realiza-se só em alguns concelhos do Alentejo. Chama-se Terras Sem Sombra e tem a música, o património e a biodiversidade como os grandes temas da sua programação.

Um concerto na Igreja Matriz de Santiago do Cacém, e uma visita ao montado de sobro da Herdade do Loreto,, foram algumas das actividades dos dias 30 de Junho e 1 de Julho que ficaram a marcar as últimas iniciativas do Terras Sem Sombra, edição de 2018. No próximo fim-de-semana realiza-se em Sines a cerimónia da entrega dos prémios nas três áreas distinguidas anualmente.

Em Santiago do Cacém, para assistir ao concerto em que foram intervenientes quatro músicos naturais do país convidado desta edição, esteve a embaixadora da Hungria em Portugal, que participou ainda em todas as outras actividades do Festival.

O MIRANTE acompanhou, ao longo de toda a manhã de sábado, uma visita à herdade do Loreto, uma actividade orientada por José Mira Potes, engenheiro zootécnico, Dinis Cortes médico, Luís Salvador, biólogo, e José António Falcão, historiador da arte.

Um Festival para (quase) todo o Alentejo

O Festival Terras sem Sombra, que se realiza no Baixo Alentejo desde 2003, é itinerante, e a sua vasta programação abrange várias actividades culturais, conjugando sempre a música, o património e a biodiversidade, e tendo sempre como pano de fundo o território alentejano

Uma das actividades mais importantes do Festival são os concertos em igrejas históricas de diferentes concelhos do Baixo Alentejo e do Alentejo Litoral. A ideia é promover e valorizar os principais monumentos religiosos do território.

Complementarmente à sua actividade artística e cultural, o Festival está ligado à atribuição anual do Prémio Internacional Terras sem Sombra, nas categorias de música, património cultural e salvaguarda da biodiversidade.

José António Falcão, especialista em arte sacra, cujos trabalhos no âmbito do património possuem renome internacional, é o homem da ideia inicial e o grande líder do Festival

O actual director artístico é Juan Ángel Vela de Campo, crítico cultural e professor do Conservatorio di San Pietro a Majella di Napoli.

Mais Notícias

    A carregar...

    Edição Semanal

    Edição nº 1377
    15-11-2018
    Capa Vale Tejo
    Edição nº 1377
    15-11-2018
    Capa Médio Tejo