Opinião | 16-10-2013 16:59

Uma edição de prestígio

O MIRANTE é um jornal cheio de histórias de vida; histórias que nos contam e outras que nos atrevemos a contar. Esta semana foi pródiga em telefonemas de leitores que acham que têm uma história para contar.

O MIRANTE é um jornal cheio de histórias de vida; histórias que nos contam e outras que nos atrevemos a contar. Esta semana foi pródiga em telefonemas de leitores que acham que têm uma história para contar. Desde o senhor que não teve direito a casa-de-banho num serviço de atendimento público até àquele que acha que nós temos obrigação de publicitar em texto editorial a sua actividade comercial. O comentário vem a propósito da edição do 26º aniversário de O MIRANTE, a 16 de Novembro, em que estamos a trabalhar há quase dois meses. Vamos eleger marcas locais, regionais e globais; vamos editar um jornal de aniversário feito à medida dos nossos objectivos editoriais e comerciais que será, provavelmente, o nosso melhor trabalho de sempre.É este entusiasmo e esta entrega que apetece partilhar numa altura em que toda a gente se queixa da crise. Quem faz as terras são os Homens; quem faz as regiões são as instituições e as pessoas que vêem para além do fundo da rua onde vivem.Entre mil pretextos para escrever o comentário desta semana escolhi falar da nossa edição de aniversário sabendo, no entanto, que muita água ainda vai correr Tejo abaixo até alcançarmos os nossos objectivos. Fica aqui o testemunho que é uma prova de confiança na equipa de O MIRANTE e nos profissionais que todas as semanas produzem e editam o jornal regional que é líder de mercado.Na passada semana o ministro da Educação de Angola, Pinda Simão, estave em Santarém de visita à Escola Profissional do Vale do Tejo. Numa altura em que tanto se fala das relações entre os dois países, e é notícia aquilo que interessa só aos politiqueiros do costume, importa registar a passagem da comitiva angola que acabou em Portugal um périplo por alguns países da América Latina. Como vem sendo habitual a visita de trabalho do ministro angolano a Santarém, que durou várias horas e incluiu almoço e visita à escola e à cidade, não interessou à generalidade da comunicação social nem às entidades que mais tinham a ganhar com o acontecimento. Enquanto as televisões e alguns jornais fazem a agenda do Governo, vão servindo em horário nobre os enlatados do costume, o país continua a ser um sítio mal frequentado como escreveu um dia o poeta Alexandre O’Neill que deixou em testamento parte da sua biblioteca à vila de Constância. JAE

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