Política | 05-12-2010 00:00

Deputados do PS defendem Governo e apontam investimento na região

Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo círculo de Santarém saíram a terreiro para defender o Governo no que toca aos investimentos em curso ou previstos para a região, criticando ainda os partidos da oposição que se manifestaram contra a redução de verbas do Plano de Investimentos e Despesas para o Desenvolvimento da Administração Central para o distrito em 2011. Em particular, os deputados socialistas apontam o dedo aos deputados do PSD, acusando-os de desconhecimento da realidade e de utilizarem argumentos falsos, já que o PIDDAC, dizem, apenas espelha parte do investimento do Estado na região, ao contrário do que sucedia há alguns anos. “Só o investimento já em obra no ano de 2010 na área da Educação é superior a todos os PIDDAC de todos os governos dos últimos 15 anos. No nosso distrito o investimento no Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário é superior a 100 milhões de euros”, dizem, apontando a lista de estabelecimentos de ensino que foram requalificados um pouco por toda a região. No Programa Nacional dos Centros Escolares foram aprovadas 28 candidaturas, representando um investimento global de mais de 63,5 milhões de euros, recordam ainda os parlamentares do PS, acrescentando que a construção da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, já em curso, está orçada em mais de 15 milhões de euros. Os deputados do PS apontam ainda obras em curso, como o IC9, ou previstos para breve, como as novas esquadras da PSP de Ourém e Cartaxo e o novo posto da GNR de Alcanena como exemplos do investimento que o Governo socialista tem feito na região. Para os quartéis de bombeiros de Abrantes, Coruche, Samora Correia, Ourém e Caxarias estão consignados mais de 5 milhões de euros em 2011 e os centros de saúde de Fátima e Riachos custarão mais de 1,5 milhões, adiantam. “Assim, reagindo contra os que só dizem mal e nem sequer conhecem a realidade, apelamos a todos os ribatejanos de Coruche a Mação que possamos em conjunto e união de esforços fazer valer as nossas sinergias e lutar contra a crise e a desregulação dos mercados internacionais, de forma a criar condições para potenciar o crescimento económico e com ele o trabalho e o emprego, a prosperidade e o bem estar”, concluem.

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