Política | 07-11-2016 16:30

Oposição considera orçamento da Câmara de Tomar sem ideias para o concelho

Executivo aprova orçamento de cerca de 36 milhões de euros.

A recuperação da Sinagoga de Tomar, requalificação da Várzea Grande, lançamento da obra do Centro Escolar da Linhaceira, realojamento das famílias ciganas e obras no quartel dos bombeiros são alguns dos investimentos previstos no Orçamento e Grandes Opções do Plano (GOP) da Câmara de Tomar para 2017. O documento foi aprovado pela maioria PS/CDU com os votos contra do PSD e a abstenção do vereador dos Independentes por Tomar (IpT) e do vereador Rui Serrano (PS). O orçamento tem um valor de mais de 36 milhões de euros, cerca de um milhão a menos do que o de 2016.

A coligação PS/CDU, que gere a autarquia, considera que este orçamento assume-se "como um marco" no ciclo que se atravessa. "Para além das metas atingidas, interessa finalizar projectos quase concluídos e dar continuidade aos programas que se prevêem para o concelho de Tomar", refere o documento apresentado e discutido em sessão camarária. O mesmo documento refere que o ano de 2017 será "marcante" devido ao quadro comunitário 2020. "Esperamos mobilizar recursos necessários e importantes investimentos na área social, cultural e de desenvolvimento económico.

Os vereadores do PSD, João Tenreiro e António Jorge, consideram que este é um orçamento vazio, onde as taxas aumentam e a receita vai diminuindo. "É um orçamento baseado em medidas avulsas, onde não se vislumbram medidas assentes numa estratégia para o concelho.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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