Política | 24-10-2017 12:30

Jorge Ribeiro critica insultos “gratuitos e indignos”

Jorge Ribeiro critica insultos “gratuitos e indignos”

Autarca diz que é tempo da cidade assumir a sua veia cosmopolita e descartar os rótulos de dormitório da capital.

O novo presidente da Junta de Freguesia da União de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, Jorge Ribeiro (PS), tomou posse na noite de sexta-feira, 23 de Outubro, condenando a campanha de ataques feita pelos rivais políticos antes das eleições, que considerou serem “gratuitos, inaceitáveis e indignos”.

Jorge Ribeiro começou por lamentar o que disse ser “tentativas deliberadas de boicotar o acto eleitoral” no Forte da Casa, junto das mesas de voto. “Nunca vi nada assim. Lamento como fui insultado e enxovalhado, num ataque pessoal gratuito que é inaceitável e indigno”, criticou. Jorge Ribeiro garantiu que mesmo depois de 12 anos no cargo mantém a mesma determinação para “fazer mais e melhor” pela união de freguesias.

“A união faz a força e quem continuar a fomentar o divisionismo não estará a fazer o melhor para a freguesia. Temos de assumir a nossa natureza cosmopolita e descartar os rótulos de dormitório de Lisboa”, notou. Entre as prioridades para o mandato está a melhoria da higiene e limpeza urbana, mudar o paradigma de apoio à habitação social e avançar, já em 2018, com um plano de acessibilidades e mobilidade. “Somos uma terra com mais de 40 mil pessoas mas não queremos que ninguém se sinta excluído, contamos com o apoio de todos”, vincou.

António Inácio, líder da segunda força política mais votada na assembleia de freguesia, evitou polémica no seu discurso de tomada de posse, lamentando apenas que a população tenha “escolhido os mesmos rostos” de sempre para liderar a freguesia. “Vamos estar presentes no dia a dia das pessoas e a nossa participação na assembleia será a voz activa na defesa de uma Póvoa mais forte”, afirmou. O ex-autarca lamentou que o diálogo travado com as diferentes forças políticas não tenha permitido a formação de um executivo plural que, em conjunto, “fizesse o que ainda não foi feito até agora”. E concluiu garantindo que o seu movimento independente será “a voz da mudança” que a união de freguesias “tanto precisa”.

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