Saúde | 02-06-2017 19:33

Operadores da saúde têm que trabalhar em rede para que turismo nesta área cresça

Operadores da saúde têm que trabalhar em rede para que turismo nesta área cresça
Os oradores do painel "Turismo e Saúde - Nicho de Mercado?" António Ceia da Silva e Paula Silva

Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo participou em conferência sobre Turismo de Saúde em Santarém.

“Para apostarmos no Turismo de Saúde todos os operadores da saúde têm que trabalhar em rede, em conjunto e de forma estruturada. Temos que pesquisar e perceber o que o mercado quer e temos que fazer a diferenciação do produto. A diferenciação é o que nos distingue dos outros e isso é o mais importante para vingarmos num mundo tão competitivo como o do turismo. Além disso, temos que transformar os nossos recursos em produtos. Isto vale para todas as áreas ligadas ao turismo”.

A opinião é do presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR), António Ceia da Silva, que foi um dos oradores de um dos painéis da conferência “Turismo em Saúde” que decorreu na tarde desta sexta-feira, 2 de Junho, no auditório da Escola Superior de Gestão do Instituto Politécnico de Santarém.

A outra oradora deste painel, actual administradora do cluster da CUF Descobertas, Paula Silva, que o Turismo de Saúde em Portugal ainda é um nicho pequeno de mercado sobretudo porque, afirma, não temos preços competitivos. “Não somos competitivos porque somos mais caros que o resto da Europa e isso é determinante. Os preços nos restantes países da Europa são mais baixos e as pessoas procuram preços mais acessíveis. Somos, no entanto, competitivos no mercado dos Estados Unidos da América onde a maioria das pessoas não estão cobertos por um sistema de saúde e os preços para tratamentos médicos são absurdos e eles têm que procurar no estrangeiro”, explicou.

* Notícia completa na edição semanal de O MIRANTE.

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