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Leandro, 26 Anos, Amiense

CROMOS DA BOLA

Leandro Almeida é um dos dianteiros mais conhecidos do futebol distrital, tendo passado por clubes como U. Almeirim, U. Santarém, CADE e Alcanenense. Na presente temporada alinhou pelo Abrantes, mas acabou por se mudar para o Amiense, apesar de residir em Torres Novas. Um avançado tecnicista com “tiques” de Néné, que raramente suja os calções.

Edição de 14.04.2004 | Desporto
No distrital apanha-se muita tareia?Apanha-se mais que no nacional. Os defesas têm menos capacidades técnicas e usam mais a força e a garra para impôr o seu jogo. Às vezes sem querer batem mais nos avançados. Sente-se capaz de jogar num grande clube?É difícil. A realidade é esta, estamos aqui, gosto de jogar futebol, divirto-me bastante e dá para ganhar algum dinheiro. Claro que gostava de jogar noutros campeonatos mas nunca pensei jogar num grande.Qual foi o pior jogo da sua carreira? Talvez o jogo com o Monsanto na primeira volta do campeonato. Foi a minha estreia pelo Amiense e a partida até correu bem mas depois falhei um pénalti. Foi o jogo mais amargo.É conhecido por alguma alcunha no balneário?Por caso não. Gosto de por alcunhas mas habitualmente nunca me põem.É verdade que os jogadores de futebol são borguistas e mulherengos?Depende, mas os que não são jogadores também o são. Uns são-no, outro nem por isso. Por exemplo, no Amiense o jogador de futebol é visto como um herói da terra. Qual é a melhor coisa a fazer depois de um jogo de domingo?Descansar. Também gosto de ver os resumos de outros campeonatos na televisão. E uma boa refeição. Parecendo que não, um jogo faz muita mossa e devia haver um prémio Nobel para quem inventou o descanso.

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