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Nelson Pires, 20 anos, Fazendense

CROMOS DA BOLA

Nelson Pires é um jovem guarda-redes que está a começar a despontar no Fazendense. Fez a sua formação nas camadas jovens do União de Chamusca, Águias de Alpiarça e Académica de Coimbra, clube por quem assinou o primeiro contrato como sénior. Foi então emprestado ao União de Coimbra, que deixou por falta de pagamento de salários. Reside na Chamusca e actualmente é guarda-redes suplente do Fazendense.

Edição de 05.05.2004 | Desporto
Alguma vez depois de dar um frango, um espectador ficou a chatear?Já aconteceu uma vez na Académica. Dei um “frango” de todo o tamanho e não foi um, foram muitos espectadores que ficaram atrás da baliza a chatear-me. Apeteceu-me saltar a vedação e brigar com eles todos. Embora me tivesse contido, não deixei de me voltar para trás e responder, até porque eram adeptos do adversário e nós acabámos por ganhar.É mais fácil jogar no nacional ou no distrital?É mais fácil no nacional. O apoio é maior e geralmente as condições de trabalho são muito melhores, e temos pessoas mais experientes a ajudar-nos e a apoiar-nos.Já lhe aconteceu distrair-se a olhar para uma miúda gira na bancada?Sou muito concentrado e quando estou em jogo pouca coisa me consegue distrair. Mas isso não evita uma olhadela pelo canto do olho.A sua ambição é chegar a um grande?Esse é o meu objectivo e quero evoluir e subir o mais alto que possa. Neste momento estou no Fazendense com todo o gosto, e trabalho para ajudar o clube.Fica aborrecido quando os companheiros mais velhos lhe fazem uma partida?Isso é frequente, sou o mais novo do plantel e por isso consideram-me como a mascote do grupo, e fico feliz pela sua amizade.Já teve um treinador daqueles “chatinhos” que pressionam todo o jogo? Tive quando estava na Académica. Mas como sabia que ele fazia aquilo para nos espicaçar, as coisas às vezes eram complicadas, mas eu respondia-lhe com mais trabalho e atenção.Tem alguma alcunha no balneário?Chamam-me o clone, porque dizem que eu, a jogar, sou muito parecido com o Pedro Roma.Qual foi o jogo que mais o marcou nesta sua ainda curta carreira?Foi um jogo de juniores entre a Académica e o Sporting, porque aí aconteceu a minha primeira vitória sobre um grande do futebol português. E fiz uma grande exibição.

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