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Pagamentos em atraso estão a ser regularizados

Pagamentos em atraso estão a ser regularizados

No Centro de Formação Profissional de Santarém
Edição de 12.05.2004 | Sociedade
Alguns formadores do Centro de Formação Profissional de Santarém ainda não receberam os pagamentos referentes às aulas que deram em Janeiro e Fevereiro. A situação foi confirmada pelo delegado regional do Instituto de Emprego e Formação Profissional de Lisboa e Vale do Tejo (IEFP-LVT), mas Octávio Oliveira desvaloriza o problema dizendo que se trata de meia dúzia de casos num universo de centenas de formadores. Um dos formadores, que não se quis identificar, referiu a O MIRANTE um atraso de três meses. Uma situação que não é inédita, uma vez que já se terá passado no ano anterior. Os pagamentos referentes a Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro, só terão sido efectuados em Janeiro. Para Octávio Oliveira estas situações não são normais e devem-se, algumas vezes, a um aumento do volume de trabalho dos serviços. Mas garante que qualquer formador que tenha problemas económicos e que comunique tal facto à direcção, verá o caso será resolvido o mais rápido possível. Considerando que os atrasos nos pagamentos referentes a Janeiro e Fevereiro são situações residuais, o delegado regional do IEFP-LVT justifica a situação com a organização dos concursos regionais de formação profissional, que decorreram a semana passada por todo o país. O que, em seu entender, acarretou um movimento maior dos serviços administrativos do centro, admitindo uma sobrecarga de trabalho. Octávio Oliveira assegura que os pagamentos estão já a ser feitos e esclarece que não existem datas fixas para efectuar os mesmos uma vez que os formadores estão num regime de prestação de serviços. Justificando que o processo de verificação das contas dos formadores é complicado, o delegado regional sublinha que basta haver um desfasamento entre o número de horas apresentado pelos profissionais e os sumários das aulas para que possam ocorrer atrasos. O processo começa com a entrega por parte do formador da nota de despesa referente ao número de horas de trabalho. A informação desse documento é depois cruzada com os sumários constantes no livro de sumários das acções de formação. Basta que um formador se esqueça de assinar o livro para que o processo emperre durante algum tempo. Octávio Oliveira diz que a gestão de um centro de formação é mais complicada, neste aspecto, que a de uma escola normal. Cada acção de formação envolve em média seis ou mais profissionais prestadores de serviços. A maior parte deles têm empregos e dão aulas no centro nas horas livres. Mensalmente, assegura, o Centro de Formação Profissional de Santarém relaciona-se com cerca de 300 formadores.
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