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Passageira morta por roda que saltou de autocarro

Mulher de 34 anos deixou dois filhos menores em Vialonga
Edição de 19.05.2004 | Sociedade
Uma família de Vialonga ficou desfeita com a morte de uma mulher de 34 anos na manhã de quinta-feira, 13 de Maio. Gisela Soares viajava a caminho do trabalho num autocarro da Rodoviária de Lisboa que saiu de Vialonga em direcção ao Campo Grande. A mulher estava a dormir quando a sua cabeça foi esmagada por uma das duas rodas traseiras que saltaram de um autocarro da mesma empresa que circulava em sentido contrário na A8 (auto estrada Loures-Lisboa), perto do Infantado, Loures.O acidente, minutos depois das 7h30, envolveu mais duas viaturas e causou nove feridos que foram assistidos no Hospital de Santa Maria em Lisboa. Todos os feridos tiveram alta horas depois.A vítima mortal era encarregada de refeitórios e deixou dois filhos menores. Filipa, uma menina de seis anos e, Leandro, um bebé de seis meses. O marido, José Maia, 33 anos e o irmão da vítima, Miguel Ferreira, não esconderam a revolta e exigiram explicações da empresa proprietária do autocarro, a Rodoviária de Lisboa (RL).“Se o autocarro é inspeccionado, como é que as rodas saltam?” questionaram. O caso vai agora avançar para tribunal. A empresa anunciou que já abriu um inquérito para apurar como é que duas rodas dum autocarro saltaram em andamento. O administrador da Rodoviária de Lisboa, António Côrrea de Sampaio, disse “não haver nenhuma explicação técnica para o sucedido”. A seguradora que avaliou o acidente, considerou “uma situação anómala”. Segundo a primeira análise, “uma porca do eixo onde existiam duas jantes e dois pneus saltou”. As razões do sucedido só serão apuradas depois de concluído o inquérito

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