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Câmara do Cartaxo extinguiu 80 lugares

Edição de 07.07.2004 | Sociedade
Desde o início do actual mandato que a Câmara do Cartaxo já extinguiu 86 lugares no seu quadro de pessoal e apenas criou três. Os números foram dados a conhecer na última reunião do executivo, em virtude de uma proposta de alteração do quadro de pessoal apresentada pela maioria socialista.A proposta resultou de uma reunião de chefias e coordenadores de serviços da autarquia e sugere a extinção dos cargos dirigentes de encarregado e encarregado geral, assim como a eliminação do lugar de topógrafo e dos lugares para pedreiro e calceteiro, ao nível dos operários qualificados. Um emagrecimento justificado com a análise aos recursos humanos da edilidade e contenção de custos, tendo-se verificado ainda que muitos dos serviços irão passar a ser prestados através de empreitadas. Justificações que não convenceram os vereadores do PSD, com Vasco Cunha a alertar para a falta de orientação da autarquia, com constantes admissões e extinções de pessoal. “O topógrafo foi admitido em Fevereiro e o lugar vai ser extinto. Calceteiros e pedreiros vão ser dispensados. Não se pode mudar de posição desta maneira porque estamos a falar de pessoas”, afirmou o vereador, que lembrou a importância da revisão orgânica do quadro de pessoal da autarquia.O líder da autarquia, Paulo Caldas, recordou que se trata de um trabalho dos chefes de divisão e que a revisão orgânica do quadro é soberana. A Câmara do Cartaxo conta agora com 471 lugares no quadro de pessoal após o “abate”, dos quais 248 se encontram ocupados.A proposta acabou por passar com os votos contra dos dois vereadores do PSD e a abstenção do vereador socialista sem pelouros, Augusto Parreira.

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