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Mais 50 anos de criatividade

Mais 50 anos de criatividade

Ministro da Cultura homenageia Círculo Cultural Scalabitano
Edição de 14.07.2004 | Cultura e Lazer
O ministro da Cultura prestou na noite de 7 de Julho uma homenagem ao contributo do Círculo Cultural Scalabitano para a difusão da cultura, pedindo a esta associação “mais 50 anos de criatividade e de passagem de cultura às novas gerações”.Pedro Roseta falava na sessão solene de abertura das comemorações dos 50 anos do Círculo Cultural Scalabitano (CCS), que se estendem até ao final do ano, com um programa que o ministro elogiou por não se cingir à mera homenagem, proporcionando momentos de cultura, em diversas áreas.A sessão solene foi seguida por uma conferência sobre a história da dança, com Daniel Tércio, docente da Faculdade de Motricidade Humana, culminando com um apontamento de bailado por um grupo de alunas de dança do CCS.O presidente da direcção do CCS, Joaquim Botas Castanho, destacou o facto de esta associação, que nasceu em 1954 da fusão entre o Grémio Literário Guilherme de Azevedo e o Orfeão Scalabitano, ser actualmente a mais ecléctica da região, desenvolvendo actividades tão diversas como o teatro - com o Veto, Teatro Oficina -, a dança (um departamento frequentado por 167 crianças e jovens), a música - com a Orquestra Típica Scalabitana e o coro - ou a esgrima.Segundo disse, com as comemorações iniciadas nessa noite, o CCS pretende homenagear os seus fundadores, mas também o exemplo de “dedicação e amor à causa da cultura” existente nas suas várias secções de departamentos.Por outro lado, o programa procura ainda “abrir o Círculo à comunidade” e dar a conhecer o trabalho que ali está a ser desenvolvido, o que se fará através de uma exposição que vai estar patente no centro comercial da cidade e da realização de espectáculos para a população.O primeiro desses espectáculos realizou-se sexta-feira à noite, no Largo do Seminário, com a exibição das várias classes de dança do Círculo.Enquanto não publica o livro com a história do CCS, a direcção do CCS editou um programa detalhado que vem acompanhado por fotografias e alguns elementos sobre a história do Círculo.Pedro Roseta encontrou nas suas memórias e nos documentos que pediu sobre o CCS, razões de sobra para estar presente na sessão, recordando que, em pouco mais de dois anos de mandato, Santarém encontra-se entre as cidades que mais solicitaram a sua presença.Segundo disse, isso deve-se ao riquíssimo património do concelho, mas também ao trabalho que é desenvolvido pelas suas instituições, das quais destacou o CCS.Lusa
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