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Ficou sem o telemóvel enquanto tomava banho

Complexo Aquático de Santarém não se responsabiliza por furtos nos balneários
Edição de 20.07.2004 | Sociedade
Os cacifos dos balneários do complexo aquático de Santarém são alvos apetecíveis para os ladrões. A direcção do equipamento diz que é impossível fazer uma vigilância permanente e descarta responsabilidades.Um jovem ficou sem o seu telemóvel enquanto frequentava as piscinas exteriores do complexo aquático de Santarém (CAS). Tudo se passou na tarde de terça-feira, 13 de Julho. O aparelho estava fechado à chave num cacifo onde se encontravam outros objectos pessoais. Quando voltou do banho, o jovem encontrou a porta do cacifo aberta. O telemóvel no valor de 100 euros, recentemente oferecido pela mãe, havia desaparecido.O furto foi participado à PSP de Santarém e a mãe do jovem diz não compreender como os responsáveis do complexo aquático não se responsabilizam pelo que ocorre dentro das instalações. “As pessoas colocam ali os seus bens e não há qualquer vigilância. E uma funcionária já me disse que não é a primeira vez que isto acontece”, referiu Maria Isabel Mota a O MIRANTE.O director do complexo aquático de Santarém, Francisco Carrilho, afirmou ao nosso jornal que é praticamente impossível efectuar uma vigilância permanente dos cacifos onde os frequentadores das piscinas deixam os seus objectos pessoais, acrescentando que o complexo aquático não pode ser responsabilizado pelo que acontece dentro dos balneários.“Existe um regulamento exposto no hall de entrada do complexo e em vários pontos do recinto existe um alerta para se evitar levar objectos de valor. Temos quatro vigilantes distribuídos pelas piscinas que passam pelos balneários com alguma frequência, sendo impossível controlar tudo o que lá se passa”, acrescentou.Recorde-se que existem cerca de 1600 cacifos no complexo para os frequentadores das piscinas interiores e exteriores, os quais são semelhantes aos usados nas escolas. Cada utilizador coloca uma moeda de um euro e leva a chave do cacifo numa pulseira. O dinheiro é recuperado quando se abre novamente o cacifo.De acordo com Francisco Carrilho, têm-se registado alguns roubos do género desde a abertura do complexo, especialmente de telemóveis. O director do equipamento indicou que, muitas vezes, são os frequentadores mais novos que fecham mal os cacifos, permitindo os roubos, não se referindo em particular ao caso em análise.

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