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Empresários mais confiantes

Indicador de clima melhorou significativamente no segundo trimestre
Edição de 28.07.2004 | Economia
O indicador de clima, que reflecte as opiniões dos empresários da indústria, comércio e construção, melhorou significativamente no segundo trimestre deste ano, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).O indicador de clima económico passou de menos 1,1 por cento no primeiro trimestre para menos 0,4 por cento no segundo.Na Síntese Económica de Conjuntura do segundo trimestre, o INE afirma que o indicador de actividade económica, disponível até Maio, registou em Abril/Maio um aumento (2,3 por cento) face ao primeiro trimestre (2,1 por cento), prolongando a forte aceleração do primeiro trimestre.No segundo trimestre registou-se uma recuperação da procura interna, tanto na componente de consumo como de investimento, sendo ainda incerta a contribuição da procura externa líquida para o crescimento económico.No período em análise verificou-se uma recuperação generalizada dos principais sectores de actividade, refere o INE.No trimestre terminado em Maio, o índice de produção industrial cresceu 1,6 por cento, o índice de produção na construção recuperou, embora mantendo-se negativo (menos 2,2 por cento), e o volume de negócios do comércio a retalho subiu 1,1 por cento, em termos reais.O volume de negócios nos serviços (que exclui o comércio a retalho, intermediação financeira e Administração Pública) cresceu 10,1 por cento nos três meses terminados em Maio, acrescenta.O INE afirma que a recuperação da procura interna foi generalizada, com o consumo privado a crescer a um ritmo mais intenso e com uma tendência de recuperação do investimento.Observa que as vendas de veículos comerciais ligeiros e pesados novos, com fortes taxas de crescimento e em aceleração, indicam uma recuperação do investimento em material de transporte.O INE acrescenta que também os indicadores sobre a formação bruta de capital fixo em construção e em máquinas e equipamentos apontam para uma melhoria destas componentes do investimento.Relativamente à procura externa, o INE assinala que a recuperação da procura interna induziu um maior ritmo de crescimento das importações portuguesas.Contudo, tendo em conta os resultados do comércio internacional (no trimestre terminado em Abril) e do comércio externo (nos três meses concluídos em Maio), o INE admite que a contribuição da procura externa líquida para o crescimento possa ter sido menos negativa no segundo trimestre.Lusa

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