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Entroncamento quer mais polícias para acções de prevenção

Edição de 04.08.2004 | Sociedade
O presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jaime Ramos, diz-se revoltado com as declarações feitas a O MIRANTE pelo relações públicas do Comando Distrital de Santarém da PSP, Vitor Catulo, relativas à criminalidade registada na cidade.“Tenho tido reuniões regulares com o senhor comandante distrital e com o comandante da esquadra do Entroncamento. Há assuntos que temos tentado resolver, relacionados com a falta de efectivos, mas em nenhuma altura qualquer daqueles responsáveis da PSP me disse que considerava a cidade insegura.”, diz o autarca.O artigo publicado na edição da semana passada tinha por base o aumento de roubos no Entroncamento. A notícia foi baseada nos relatórios semanais da PSP e o relações públicas daquela força de segurança reconheceu a existência de uma situação anómala. Para o presidente da câmara a situação não pode ser analisada com tanta ligeireza.“Antes do Campeonato da Europa de Futebol, no decorrer de uma visita ao concelho do sr.governador civil, o comandante distrital da PSP, superintendente Vaz Antunes, disse-nos que seria equacionada a possibilidade, após o Euro, de colocar mais efectivos no Entroncamento. Mas não foi isso que aconteceu.”O autarca foi informado que elementos da PSP deslocados para o Comando Distrital de Santarém foram distribuídos por outras esquadras e afirma que tal decisão não faz sentido. “Se o senhor Vitor Catulo diz que aqui é que faz falta mais policiamento porque mandam os reforços para as cidades onde não há problemas?”, interroga-se.E acrescenta: “Os sete elementos da PSP do Entroncamento que saíram para a Esquadra de Investigação de Torres Novas fazem falta. Andavam à civil, conheciam bem o terreno e tinham a situação controlada. Agora esse tipo de policiamento só é feito das 9 às 5 da tarde e a esquadra daqui sente a sua falta”, refere Jaime Ramos.O presidente da câmara está convencido que após o regresso de férias do Superintendente Vaz Antunes tudo será resolvido e insiste na ideia de que o Entroncamento não é uma cidade insegura. “A PSP precisa de mais pessoal para acções de policiamento. Para fazer prevenção. Ninguém pode afirmar que esta terra é insegura. Isso é um disparate”.

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