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A dormir no chão do aeroporto

Edição de 25.08.2004 | Aquelas férias...
Em Maio deste ano José Luís Cruz, veterinário de Almeirim, onde tem uma clínica, teve a oportunidade de visitar Bruxelas pela segunda vez. Na véspera de regressar a Portugal, José Luís Cruz assistiu ao majestoso espectáculo que assinalou a entrada de dez novos países na União Europeia. José Luís Cruz ainda vibra quando fala neste acontecimento que decorreu no Grand Place e que se destacou, recorda, por uma grande festa de cores e música. Um acontecimento inesquecível que nem todos os portugueses puderam assistir ao vivo e que fizeram aumentar a paixão do veterinário por Bruxelas, pelo seu património histórico e cultural.Foi uma viagem sem percalços, onde prevaleceu uma grande emoção. Ao contrário do que aconteceu em 1996, quando acabou o curso e foi com os colegas numa viagem de finalistas ao México. Para lá tudo correu bem, mas no regresso teve que dormir no chão do aeroporto e numa bomba de gasolina. O avião que os trazia até Madrid (Espanha) atrasou-se e o recém-formado veterinário teve que esperar oito horas pelo embarque. Cansado e cheio de sono, não lhe restou outro remédio senão espojar-se no chão e passar pelas brasas. Já depois de ter aterrado na capital espanhola, o autocarro que o trazia para casa começou a mandar mais fumo para o interior do que para fora. Empanou numa bomba de gasolina onde ele e os colegas passaram 12 horas enrolados em mantas típicas mexicanas. Da viagem que fez a Cuba em 2000, em lua-de-mel, ficou um grande barrete. José Luís, 34 anos, pagou uma batelada de dinheiro por um pacote que incluía uma actividade que passava por nadar numa baía com golfinhos. Mas na prática limitou-se a observar os mamíferos em algumas acrobacias. Mas valeu a pena, considera, conhecer o país de Fidel Castro. Depois de vários anos a fazer praia na costa alentejana, José Luís Cruz mudou-se para o Algarve. Nos últimos tempos tem passado as férias de Verão, durante alguns dias, em Albufeira. E praticamente todos os anos tem histórias caricatas para contar. Em algumas não é interveniente directo, mas acaba por ser envolvido na situação porque acontecem com a sua mulher. Já teve que socorrer a mulher uma vez quando ela passava pela zona de Santo Estêvão (Benavente), em direcção às praias do sul do país e atropelou dois patos que atravessavam a estrada. Outra vez ficou sem gasolina na auto-estrada e o carro regressou a Almeirim em cima de um reboque porque a viatura activou um sistema de bloqueio que não permitia pôr o motor a trabalhar.

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