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Uma distinção que premeia uma carreira exemplar

Carlos Arsénio distinguido pelo Governo com Medalha de Bons Serviços Desportivos

Aos 67 anos, Carlos Arsénio, jornalista desportivo natural de Carregueira (Chamusca) e que actualmente reside em Almeirim, vai receber a Medalha de Bons Serviços Desportivos. A proposta foi do Clube Nacional de Imprensa Desportiva e já foi publicada em despacho do Secretário de Estado da Juventude e Desporto.

Edição de 25.08.2004 | Desporto
O jornalista desportivo Carlos Arsénio, um ribatejano que nunca renegou as suas raízes, foi distinguido pelo Governo. Por proposta do CNID – Clube Nacional de Imprensa Desportiva e por despacho do Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Hermínio Loureiro, foi-lhe atribuída a Medalha de Bons Serviços Desportivos.Carlos Arsénio, que ficou mais conhecido como jornalista do jornal desportivo Record, é natural da Carregueira, Chamusca. Vive actualmente em Almeirim, tem 67 anos e para além do jornalismo desempenhou durante muitos anos a função de relações públicas na companhia dos T.L.P., de onde aliás está reformado.O secretário de Estado, no seu despacho de atribuição da Medalha, considerou que Carlos Matias Arsénio, na sua actividade jornalística, “contribuiu para a promoção e o desenvolvimento do desporto português, dada a contribuição contínua desenvolvida em alguns jornais e revistas desportivas, como o Benfica Ilustrado, Diário Popular, Gazeta dos Desportos, Record, Meta, Bancada e Equipa. E estendeu a sua actividade jornalística para além fronteiras, como correspondente do Diário de Lourenço Marques e do Século de Joanesburgo”.Hermínio Loureiro, baseando-se no vasto currículo de Carlos Arsénio, reforça a justeza da sua decisão com o facto do jornalista ter também sido um “grande radialista que pela sua voz desempenhou um papel importante na difusão do desporto através de várias estações de rádio, como o Rádio Clube Português, a Rádio Graça e a Rádio Renascença”.O membro do Governo, destaca ainda a persistência e espírito de sacrifício demonstrados por Carlos Arsénio ao longo da sua carreira, situações que o levaram a atingir uma posição de destaque na comunicação social, e a que já lhe tenham sido atribuídos os prémios Pepe, em 1980, Ribeiro dos Reis, em 1984, Fernando Vaz, em 1993 e 1994, e José Maria Pedroso, em 1999.Em conclusão do despacho, publicado no Diário da República nº 188, de 11 de Agosto de 2004, Hermínio Loureiro considera justo realçar a dedicação e a paixão patenteadas por Carlos Arsénio no desempenho das suas funções. “Merecendo por isso, ser apontado como exemplo e modelo de jornalista íntegro, sério e com espírito de bem servir a causa desportiva, e merecedor da atribuição da Medalha de Bons Serviços Desportivos”.Num pequeno comentário a O MIRANTE, Carlos Arsénio, disse com simplicidade que é uma distinção que sabe sempre bem, mas que em nada vai alterar a sua conduta de jornalista e ribatejano, acrescentando que enquanto puder mexer os dedos das suas mãos vai continuar a escrever e a ser o mesmo jornalista sério e imparcial porque sempre pautou a sua vida jornalística. A distinção feita por proposta do Clube Nacional de Imprensa Desportiva, contemplou também António Castro, do Diá-rio de Notícias, e Aurélio Márcio e Cruz dos Santos, de A Bola, todos consagrados jornalistas desportivos. As medalhas vão ser entregues em cerimónia pública durante a festa de aniversário do CNID, que se realiza em Novembro, no Casino do Estoril.

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