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Osgas no quarto e o assédio turco

Osgas no quarto e o assédio turco

Manuela Estêvão, Empresária
Edição de 08.09.2004 | Aquelas férias...
Ir a uma inocente sala de chá de menta, na Turquia, para provar as infusões e sair de lá com uma proposta de casamento não estava nos planos da farmacêutica Manuela Estêvão paras as suas férias de 2001. A experiência não consta dos guias turísticos distribuídos nas agências de viagens, mas a empresária sentiu-a na pele e ainda hoje se ri com ela, apesar de ter dado nega aos avanços turcos.“O homem achou que eu era de origem germânica e queria que eu lá ficasse. Nunca percebi bem a troco de quê, mas provavelmente seria de alguns camelos. Achei engraçado mas não gostava de repetir”, diz com um sorriso a empresária que divide o seu tempo entre Santarém e Cartaxo, onde tem os seus negócios.Manuela Estêvão gosta de gozar férias em destinos mais ou menos exóticos e tão cedo não esquecerá também os dias de sonho que passou no arquipélago das Maldivas. Para ela foram as melhores férias de sempre, entre águas tépidas, areias douradas e o cenário paradisíaco dos atóis do Pacífico. Com um único e dispensável senão: o de ter de dormir na praia porque a companhia inesperada que encontrou no quarto não lhe agradou. O tecto estava minado de osgas, répteis que está longe de considerar simpáticos. A solução foi passar as noites na praia, a apreciar a lua cheia, acompanhada por outros turistas com alergia aos bichos.Manuela Estêvão viaja habitualmente em grupos e não dispensa os conselhos de um guia. Gosta de respeitar e partilhar as tradições e costumes de cada terra. Foi o que aconteceu nas Maldivas, quando decidiu andar descalça, como a esmagadora maioria da população. Só que não contou com alguns percalços.“Achei que devia vestir aquela pele, só que dancei e diverti-me tanto que fiquei com a planta dos pés cheios de bolhas e tive de ir para o hospital de ambulância, uma espécie de carrinhos do golfe, porque não conseguia andar”, conta.Essa experiência ficou-lhe marcada na pele, mas a aventura mais radical da empresária, foi vivida nas cataratas do Iguaçu, no Brasil. Uma autêntica viagem infernal que acabou no paraíso.“Andámos num bote num rio cheio de rápidos debaixo de uma trovoada tropical. Estava toda a gente aos gritos e em pânico e de repente, com a adrenalina no máximo, entramos num paraíso onde toneladas de água caem à nossa volta. Senti-me tão insignificante que ainda hoje tenho retidos esses momentos na memória”.Manuela Estêvão sai quase todos os anos para destinos longínquos. Este ano foi ao Brasil, mas já passou também por países como México ou Ilhas Maurícias. Não tem época certa para viajar. Nem objectivos fixos. Tanto vai para conhecer a cultura de um povo como simplesmente para relaxar e fazer praia.Apesar de gostar de conhecer outros países, a farmacêutica também gosta de fazer férias em Portugal e este Verão não dispensou alguns dias na costa algarvia.
Osgas no quarto e o assédio turco

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