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Fogo destrói alfaias em exploração agrícola

Fogo destrói alfaias em exploração agrícola

Na Ribeira de Santarém
Edição de 15.09.2004 | Sociedade
Dezenas de alfaias e materiais usados na agricultura arderam na tarde de terça-feira nas instalações da exploração Irmãos Marcelino, na Ribeira de Santarém. O incêndio, de grandes proporções e com causa desconhecida, aconteceu numa altura em que a empresa agrícola está a fazer as colheitas e a preparar as próximas plantações. O que representa um grande prejuízo. O sinistro vai afectar a actividade da empresa, já que algum equipamento considerado fundamental nos trabalhos de colheita e plantação ardeu. É o caso de uma máquina de plantar e espalhar plástico, 2 pulverizadores e 4 adubadores. Ardeu também uma grande quantidade de manta térmica usada na cultura de chicória que a empresa exporta para França. “O material já aqui estava para começar a fazer a plantação em Novembro. É um grande prejuízo”, desabafou Joaquim Marcelino, ,um dos proprietários das instalações. As chamas propagaram-se com grande rapidez devido à existência no local de bidões de óleo e gasóleo e material em plástico, como 200 contentores de plástico para transporte de tomate, pimentos, brócolos, entre outros produtos cultivados na exploração. Joaquim Marcelino disse a O MIRANTE que não possui seguro das instalações e que as alfaias só estão seguradas para situações de acidentes de viação ou de trabalho. Visivelmente emocionado, desabafou que isto representa um grande revés numa actividade que vive dias difíceis. “Andei dez anos para comprar um pulverizador hidráulico, que me custou 11 mil euros. Agora fiquei sem ele”. A rapidez na chegada dos bombeiros ao local foi dificultada pela passagem de nível da Ribeira de Santarém, onde as viaturas da corporação municipal estiveram retidas perto de 10 minutos. No combate às chamas estiveram envolvidos os bombeiros municipais de Santarém e Alpiarça e voluntários de Santarém, com 3 carros de combate e 2 autotanques pesados.
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