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Justiça no resultado

Edição de 22.09.2004 | Desporto
No final do encontro foi José Neves, adjunto de Vítor Alves, que apareceu na sala de imprensa e considerou que o Estarreja foi um adversário muito incómodo. “Há que realçar a justeza do resultado depois da derrota que sofremos em casa para o campeonato. Mesmo a jogar contra o vento, entrámos bem no jogo e, defrontámos uma equipa organizada, mas que acusou alguma falta de velocidade no último terço do terreno”, analisou o técnico, recordando a forma como o Abrantes obteve os golos em contra-ataque.O primeiro golo deu confiança à equipa, que explorou bem a arma do contra golpe para aumentar o score para 2-0, “com bons pormenores de recorte técnico”, acrescentou. Para José Neves há que contar com o plantel de 23 jopgadores e, em seu entender, as opções tácticas operadas frente ao Estarreja demonstram que não há titulares. “Todos os jogadores têm essa possibilidade, porque têm qualidade. Há que apresentar atitude, garra e respeito pelos adversários, mas lutar sempre pela vitória”, apontou. No fim de semana, o Abrantes volta aos jogos do campeonato frente ao Académico de Viseu, uma equipa reforçada e com objectivo de subida de divisão. No que respeita à Taça de Portugal, José Neves considerou que, para adeptos e população, seria interessante receber um clube da Superliga ou da Liga de Honra. “Mas batemo-nos sempre para lutar pela vitória, como já fizemos com a Académica no nosso torneio”, augurou o técnico.Para o treinador do Estarreja o Abrantes justificou a passagem à seguinte eliminatória da Taça de Portugal. Francisco Vital – que já passou pelo Sporting – recordou os problemas de última hora que teve para formar o onze, com indisponibilidade de alguns jogadores.Analisando a partida, o técnico considerou que o jogo foi repartido durante a primeira parte, em que a sua equipa conseguiu criar um ou outro lance de perigo em contra-ataque. “No segundo tempo já não foi assim e acabámos por sofrer dois golos no seguimento de bolas paradas a nosso favor na área do Abrantes que, ao contrário de serem um perigo para o adversário foram-no para nós. Se calhar com cabeça fria ou uma falta táctica teríamos resolvido a questão” lamentou-se Francisco Vital. Quanto ao Abrantes, equipa que o Esterraja vai encontrar no campeonato da Segunda Divisão B, Francisco Vital viu nos abrantinos uma equipa trabalhada e como jogadores que se conhecem bem, com o contra-ataque como arma principal.

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