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Sintéticos só avançam quando Câmara do Cartaxo entender

Edição de 22.09.2004 | Desporto
Os três relvados sintéticos do Grupo Desportivo de Pontével, Estrela Futebol Clube Ouriquense e Sport Lisboa e Cartaxo só serão construídos quando a Câmara Municipal do Cartaxo entender que estes investimentos constituem uma prioridade na política do executivo.O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara do Cartaxo, Paulo Caldas, durante a última reunião do executivo, realizada na segunda-feira, 20 de Setembro, na sequência da polémica que envolve as obras dos três clubes do concelho. “Os sintéticos têm que enquadrar-se na política de prioridades do executivo. E terão que ter sempre respeito pelo rigor e legalidade. São obras que terão o seu tempo”, garantiu o autarca.O vereador do PS, Augusto Parreira, a quem o presidente retirou a confiança política no ano passado, considera intolerável que os dirigentes dos clubes desportivos tenham vindo a público exercer pressão sobre o executivo para que as obras avançassem. “É inadmissível que duas pessoas utilizem as suas posições na Assembleia Municipal para fazer pressão sobre o executivo camarário”, alertou.Augusto Parreira propôs que os três dirigentes fossem convocados para uma reunião à porta fechada de forma a esclarecer todo o processo que envolve os sintéticos (nomeadamente as obras que já avançaram), mas a proposta acabou por ser chumbada pela maioria socialista.Augusto Parreira gostaria ainda de ver elaborado um estudo por parte da Escola Superior de Desporto que demonstrasse a necessidade de construção dos sintéticos, que na sua opinião não é tão urgente como a construção dos polivalentes ou do Estádio Municipal.O presidente da câmara nega no entanto que o executivo esteja a ser alvo de pressões por parte dos dirigentes e garante que, dado o ruído que surgiu à volta do assunto, será a própria autarquia a lançar os concursos públicos para a obra quando entender.Paulo Caldas diz ainda desconhecer que tipo de obras foram feitas, pelo que põe de parte a possibilidade de ser a autarquia a acarretar os custos do início da construção dos sintéticos.

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