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IEP sem dinheiro para arranjar estradas de Coruche

Edição de 22.09.2004 | Sociedade
O Instituto de Estradas de Portugal (IEP) não tem dinheiro para reparar as estradas nacionais 119 e 251, que atravessam o concelho de Coruche. E sem essa intervenção não pode assinar o protocolo com o município que visa transferir a tutela dessas vias para a autarquia.Essa constatação “La Palissiana”, como a classificou o presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), consta do teor do ofício enviado pelo IEP à autarquia e deixa o executivo coruchense preocupado, já que as estradas necessitam de obras de manutenção urgentes. O ofício do IEP informa que só mediante protocolo a celebrar entre aquele instituto e a câmara municipal e, após intervenções de conservação das vias por parte do Estado, estas poderão ficar sob a alçada da autarquia. O problema é que o IEP não tem dinheiro para essas intervenções por se encontrar esgotado o Programa Operacional de Acessibilidades e Transportes. O que só pode ser alterado com a aprovação de novo pacote financeiro. E sem euros não há buracos tapados.Uma situação que, segundo Dionísio Mendes, vai contra os propósitos que o IEP reconhece no Plano Rodoviário Nacional ,onde fala de assegurar os padrões mínimos de conservação das estradas, sob a sua tutela, até à celebração de protocolos com as autarquias. Dionísio Mendes denuncia o actual estado de coisas, salientando que não têm sido assegurados os padrões mínimos de conservação das estradas nacionais 119 e 251, que se encontram em mau estado. “Não é legítimo que o IEP abandone estas estradas”, apontou o autarca. Dionísio Mendes alerta para o caos que irá ser circular na EN 119 e EN 251 durante o próximo Inverno, em estradas com mau pavimento e sem sinalização horizontal.

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