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Paulo Simões, 31 anos, Torres Novas

CROMOS DA BOLA

Paulo Simões é um dos mais experientes guarda-redes do futebol da região. Com uma passagem pelas camadas jovens do Sporting, o agora guarda-redes do Torres Novas, teve passagens assinaláveis por clubes como o Ferroviários, União Tomar e Sertanense.

Edição de 29.09.2004 | Desporto
Defender uma grande penalidade é o “orgasmo” máximo de um guarda-redes?É verdade que dá sempre um gozo enorme quando se defende uma grande penalidade, principalmente quando ela ou é assinalada de forma injusta ou quando é decisiva para o resultado do jogo. Mas na vida de um guarda-redes há outras situações em que a alegria da defesa é tão grande como a defesa de uma grande penalidade.Como reage quando um árbitro lhe mostra um cartão?A minha tendência é para aceitar sem recalcitrar, até porque não sou muito castigado com cartões. Quando sinto que a punição é injusta fico chateado mas guardo para mim aquilo que me apetecia dizer.É daqueles jogadores que se preocupam mais em ajeitar o cabelo e o equipamento do que em concentrar-se para o jogo?Normalmente não tenho grandes preocupações com isso, embora goste de entrar em campo bem equipado.Quando está no relvado presta alguma atenção aos treinadores?A posição de guarda-redes, que ocupo, dá-me mais alguma margem para poder ter em atenção algumas coisas que vêm do exterior, e por isso tenho sempre atenção ao treinador, embora na hora das decisões funcione mais o nosso instinto e a nossa visão das coisas. Sente-se ofendido quando um treinador o agita com uma palavra mais forte?Por norma respeito e dou razão aos treinadores, aceito que também eles às vezes se vejam obrigados a dizer coisas que não queiram, não reajo mal nem fico ofendido por isso.Fora dos relvados os jogadores convivem com os adversários?Às vezes. Eu tenho amigos noutras equipas e por isso não tenho qualquer problema em conviver com eles. Dentro do campo é uma coisa, cá fora é outra. E as amizades são para se manter. É supersticioso?Tenho as minhas superstições. Entro sempre com o pé direito em campo, benzo-me à entrada e quando se está numa fase boa dos campeonatos existe a tendência para repetir as coisas que se fizeram nos jogos que nos correram bem.

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