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Vilafranquense jogou com juniores

Campeonato Nacional da II Divisão B – Zona Centro

O União Vilafranquense vai de mal a pior. Sem receber há vários meses os jogadores têm deixado o clube e os onze seniores que ainda estavam no plantel recusaram-se a jogar este domingo devido aos quatro meses de salários em atraso que já acumulavam.

Edição de 01.12.2004 | Desporto
A solução encontrada foi o recurso aos juniores, que no dia anterior haviam jogado frente ao Vialonga, para o seu campeonato. O resultado foi uma goleada de 4-0, que deixou o conjunto de Vila Franca de Xira ainda mais isolada no penúltimo lugar da geral. O treinador Carlos Pedroso ainda não abandonou o barco mas a situação é insustentável durante muito mais tempo.Para terça-feira à noite, já depois do fecho desta edição de O MIRANTE, estava prevista uma reunião entre a nova comissão administrativa, liderada por José Fidalgo, anterior líder da Mesa da Assembleia Geral, e os elementos do plantel, para tentar desbloquear este impasse e conseguir reunir um plantel em condições para defrontar o Fátima, jogo marcado para esta quarta-feira.Recorde-se que, como o nosso jornal referiu na edição de 4 de Novembro, o Vilafranquense está a ser investigado pela PJ e pelo fisco. Em causa está a aplicação das verbas transferidas pela câmara e uma alegada fuga ao fisco. A direcção liderada por José Fernando Casquinha bateu com a porta e deixou um rol de dívidas, alegadamente superior a 1,5 milhões de euros.A jornada 13 do Campeonato Nacional da Segunda Divisão B – Zona Centro, também não correu da melhor maneira para o Fátima, que teve uma deslocação difícil ao terreno da Sanjoanense. Mais ainda quando o limitado grupo de trabalho não podia contar com os influentes Pedro Duarte, guarda-redes, e o médio Hugo Carvalho. Por isso não surpreendeu a derrota 5-2, apenas os números pecam por algum exagero.Mas se o conjunto de Paulo Torres esteve longe do seu rendimento habitual, teve ainda que contar com uma arbitragem desastrosa, que expulsou Índio logo no início da segunda parte e teve outras decisões bem penalizadoras para a equipa de Fátima. Até à expulsão o jogo esteve controlado. A Sanjoanense adiantou-se no marcador aos 13 minutos, com um golo de Miguel Tomás, mas aos 28 minutos Dino repôs a igualdade. Resultado com que se chegou ao intervalo. Dois minutos depois do reatamento, o árbitro decidiu, de forma completamente disparatada, expulsar Índio e a partir daí tudo se complicou. Lino marcou aos 58 minutos e Nuno “matou” o jogo com a obtenção do terceiro golo, quando iam decorridos 69 minutos.Alex ainda fez renascer as esperanças quando, um minuto depois, marcou o segundo golo do Fátima. Mas as forças estavam muito desniveladas, e Marcos António aos 73 minutos e Miguel Tomás, aos 90 minutos, repuseram a diferença em números exagerados. O Abrantes mantém o seu lugar tranquilo a meio da tabela. Foi vencer 2-1 ao terreno do Caldas. Uma vitória difícil que contou com o pé afinado de Santana, que marcou os dois golos da sua equipa, o primeiro aos 32 minutos e o segundo aos 41 minutos. Mais alguns golos ficaram por marcar. E quando na segunda parte o Caldas, contra a corrente do jogo marcou, aos 58 minutos, por intermédio de Rodrigo Dantas, ainda se temeu a reviravolta. Mas os comandados de Vítor Alves mostraram que têm valor para se manterem na segunda divisão e controlaram o jogo e o resultado até ao final.

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