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Mais um golpe no tráfico de droga

Guardas de Santarém e Leiria capturam sete suspeitos e apreendem centenas de doses de droga

A GNR desenvolveu uma operação durante dois dias para erradicar o tráfico de droga no norte do distrito de Santarém. Foram detidos sete suspeitos que operavam a partir de Porto de Mós.

Edição de 08.12.2004 | Sociedade
A GNR deteve sete alegados traficantes de droga e apreendeu 2.400 doses individuais de estupefacientes. Com esta operação, que decorreu na quinta e sexta-feira da semana passada, a guarda acredita ter desmantelado um grupo que se dedicava ao tráfico na zona norte do distrito de Santarém. Os suspeitos operavam nas zonas de Alcanena e Monsanto e, por vezes, desciam até localidades do concelho de Santarém. Os detidos tinham o seu “quartel” em Porto de Mós, concelho onde decorreu a operação e a sua detenção. Além da detenção dos suspeitos, foi apreendida heroína suficiente para 1.900 doses, cocaína para 255 doses, haxixe para 285 doses, 160 gramas de liamba e dois comprimidos de ecstasy. Juntam-se 60 euros em notas falsas e 250 euros em notas do Banco Central Europeu.A GNR apreendeu ainda três armas, três viaturas, material de alta-fidelidade, 14 telemóveis e uma balança de precisão, relacionadas com a actividade de tráfico.Três dos elementos detidos, depois de presentes a tribunal, recolheram ao Estabelecimento Prisional de Torres Novas, onde ficaram em prisão preventiva a aguardar julgamento. Aos outros quatro foi decretada a medida de coação de apresentação semanal no posto policial da sua área de residência.A operação foi desencadeada pelos núcleos de investigação de crimes de droga da GNR de Santarém e de Leira. Os suspeitos andavam há seis meses a ser vigiados por militares de investigação criminal do Grupo Territorial de Santarém da Guarda Nacional Republicana. Na operação participaram um total de 38 militares, entre os quais elementos do grupo de intervenção rápida da GNR de Leiria e binómios cinotécnicos (homem e cão) do grupo de Santarém. Segundo a GNR, a acção visou “pôr cobro a uma actividade ilícita e criminosa que os suspeitos vinham realizando”. E desta forma também “incutir nos cidadãos confiança e a diminuição dos factos que estão na origem dos sentimentos de insegurança”.

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