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Os novos “chefes” da restauração ribatejana

Os novos “chefes” da restauração ribatejana

Trinta e cinco formandos receberam diplomas em Tomar
Edição de 08.12.2004 | Sociedade
Trinta e cinco alunos de Tomar, Torres Novas, Ferreira do Zêzere, Entroncamento e Vila de Rei aprenderam, em 210 horas de aulas, novas técnicas e preceitos na arte da culinária e da restauração. Na quinta-feira, dia 2, receberam os diplomas que lhes conferem a certificação de cozinheiros e empregados de mesa de primeira categoria.Os cursos de cozinha e restaurante e mesa partiram de uma iniciativa da Região de Turismo dos Templários, no âmbito de um protocolo estabelecido com a Escola Superior de Hotelaria do Estoril, e tiveram como parceiro o restaurante Convívio, situado na periferia de Tomar. Aliás, o casal proprietário de restaurante também frequentou os cursos.A escola de hotelaria do Estoril forneceu os produtos para as aulas práticas, o restaurante cedeu as instalações e a utilização de água, luz e gás e a Região de Turismo dos Templários pagou aos formadores.Houve alunos de quase todas as faixas etárias e de qualificações diversas, desde o nono ano de escolaridade até às licenciaturas em gestão turística e cultural. Porque nunca é demais aprender.Os cursos de cozinha e restaurante e mesa seguem-se a dois outros já realizados pela Região de Turismo dos Templários – técnicas de cozinha e pastelaria, que teve a duração de 90 horas, realizado em Proença-a-Nova, e o curso de vinhos e queijos, realizado na Sertã, que teve a duração de 30 horas.E a região de turismo não quer ficar por aqui. Além de um novo curso, destinado à manipulação dos alimentos, está a preparar um evento gastronómico que terá como ponto alto um concurso para avaliação dos restaurantes aderentes.De acordo com o presidente da Região de Turismo dos Templários, o objectivo é, para além de dar a conhecer a gastronomia da região, incentivar os restaurantes a inovar, a apostar na qualidade dos seus produtos e na profissionalização dos funcionários. Por isso, disse Jorge Neves, uma das regras do concurso é os restaurantes não conhecerem metade do júri que irá visitá-los e averiguar as suas qualidades gastronómicas. “Haverá sempre um cliente mistério a visitar os restaurantes aderentes”, finalizou Jorge Neves.
Os novos “chefes” da restauração ribatejana

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