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Obra feita sem promessas

Obra feita sem promessas

Entroncamento conta com novo serviço da Segurança Social

A cidade do Entroncamento conta desde terça-feira com novas instalações para o serviço local de Segurança Social. Uma obra feita sem promessas e concretizada em tempo recorde.

Edição de 15.12.2004 | Sociedade
De um apertado andar na zona sul da cidade, o serviço local de Segurança Social do Entroncamento mudou-se, desde terça-feira, para uma vivenda de traços futuristas com mais de 500 metros quadrados, situada na chamada zona nova. “A população do Entroncamento está acostumada a que o poder central raramente realize o que promete. Desta vez ninguém prometeu e a obra foi feita”. A frase é do presidente da Câmara do Entroncamento, Jaime Ramos (PSD), na inauguração do novo edifício do serviço local de Segurança Social, realizada esta terça-feira, 14.Na presença do ministro da Segurança Social, Jaime Ramos quis deixar bem claro que a obra só foi para a frente após o actual director do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Santarém, António Campos, ter assumido funções, em Outubro 2002, realçando o empenhamento que teve no projecto.O autarca, que considerou o espaço como “modelar”, referiu que o edifício que irá albergar a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, recém-criada, será edificado ao lado do serviço local de segurança social, tendo o cuidado de lhe dar um enquadramento idêntico, para não “ferir” a zona envolvente.De acordo com Jaime Ramos, a câmara vai começar a tratar já do projecto arquitectónico, apesar de só se poder candidatar a financiamento após as eleições autárquicas do próximo ano.“Mais uma vez andamos atrasados, porque não previmos o crescimento e o desenvolvimento deste concelho”, referiu na altura o ministro da Segurança Social, assumindo a sua parte na situação. As novas instalações do serviço social da cidade são, para Fernando Negrão, fruto da exigência da população e do próprio desenvolvimento. “Temos que assumir as nossas responsabilidades e actualmente há um défice de planeamento e previsão do futuro no nosso país”.O ministro salientou o facto de o Entroncamento ser dos poucos concelhos do país onde a população mais nova está em franco crescimento, ao contrário do que acontece no resto do país. “Há cada vez pessoas mais idosas e os índices de natalidade tem vindo a decrescer”.Fernando Negrão não quis deixar passar ao lado o momento político em que o país vive, referindo que Portugal está a viver momentos de profunda mudança e é preciso estabilidade para que as reformas se possam fazer. “Sem estabilidade não se podem fazer reformas e as que aí vêm são difíceis. Vão exigir-nos muitos sacrifícios mas têm de ser feitas em nome dos nossos filhos”.
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