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Açudes da Agolada e do Monte da Barca motivam acusações à câmara

Edição de 29.12.2004 | Sociedade
O grupo da CDU na Assembleia Municipal de Coruche acusou a maioria camarária de não assumir as suas responsabilidades na defesa dos “interesses conquistados pela população” no que respeita aos açudes da Agolada e Monte da Barca.Os comunistas falam mesmo em “privatização” do Açude da Agolada a propósito do termo de transacção acordado entre a autarquia e o proprietário dos terrenos do açude. “Tinha que ser uma entidade competente a estabelecer os parâmetros do acordo e não uma negociação directa”, referiu Armando Rodrigues, aludindo ao pagamento do estacionamento pelos frequentadores do açude. O colega de bancada, Fernando Serafim, recordou que, passados oito meses, a situação do Açude do Monte da Barca está na mesma, sem acesso aos visitantes, com a zona de lazer inutilizável. O presidente da câmara, Dionísio Mendes (PS), considerou infundadas as acusações e lembrou que o legítimo proprietário da Açude da Agolada tem o direito de explorar aquele espaço da forma que entende. “Fizemos o acordo menos penalizador e apenas quem se deslocar de carro para o local terá de pagar estacionamento”, explicou. Quanto ao Açude do Monte da Barca, Dionísio Mendes esclareceu que, desde a destruição da sua zona de lazer, foi apresentada uma queixa contra desconhecidos, processo que decorre.O edil manifestou ainda a intenção da autarquia de insistir junto do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) para a reclassificação da Agolada e do Monte da Barca, como Sítios de Interesse Municipal, estatuto que foi perdido em 1998 (então com a designação de sítios classificados), por decreto-lei.

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