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Casa destruída pelas chamas

Casa destruída pelas chamas

Incêndio na Quinta das Varandas, Cartaxo, levou habitação

Uma família ficou com a sua moradia devastada pelas chamas na tarde de terça-feira, na Quinta das Varandas, concelho do Cartaxo. Suspeita-se que uma salamandra tenha estado na origem do fogo.

Edição de 05.01.2005 | Sociedade
Uma casa de habitação da Quinta das Varandas, situada em Valada, concelho do Cartaxo, ficou completamente destruída na sequência de um incêndio que deflagrou cerca das 15 horas de terça-feira. O incêndio, de grandes proporções, não causou vítimas e supõe-se que possa ter tido origem numa salamandra. Foram cerca de três horas de esforço que não impediram que as chamas consumissem a moradia de dois pisos. O cenário foi dantesco. Cerca de duas dezenas de pessoas, entre funcionários, amigos dos proprietários da quinta e seus familiares, carregaram baldes de água de uma piscina para o primeiro piso através de uma escada, revezando-se para o auxílio ser mais rápido. Ao mesmo tempo, bombeiros das quatro corporações presentes procuraram extinguir as intensas labaredas que invadiram todo o interior da casa. Com recurso a auto-tanques, veículos de combate a incêndios e um veículo de auto-escada estacionaram no largo interior da quinta e bombearam água em seu redor.Sobre o telhado, com recurso à auto-escada, e em outras três paredes da casa, os bombeiros procuraram abrir caminho entre as chamas e diminuir a força do fogo. Colocados no chão estavam vários objectos resgatados do interior. Móveis, cadeiras, mesas, quadros, instrumentos de trabalho, roupas, entre outras peças que escaparam às chamas. O proprietário da quinta, José Sabino Gonçalves, consternado com a situação, apenas referiu a O MIRANTE que o incêndio foi detectado cerca das 15 horas, altura em que estava a dormir a sesta, tendo sido os empregados e o filho a darem o alerta. Seguiu-se a retirada das botijas de gás para evitar males maiores. “Perdi o meu lar que é a maior tristeza, mas o mais importante era a família e as pessoas”, lamentava-se, acrescentando que os bombeiros demoraram cerca de uma hora a chegar.O combate ao incêndio durou cerca de três horas. De início estavam presentes quatro viaturas dos bombeiros mas, cerca das 18 horas, ainda chegaram outras três. Após forte luta contra as chamas, o incêndio foi controlado, procedendo-se ao rescaldo cerca das 18h30. O comandante dos Bombeiros Municipais do Cartaxo (BMC) referiu a O MIRANTE que o pedido de socorro foi feito pouco depois das 16 horas.Paulo Catarino explicou que as madeiras velhas e outro material inflamável contribuíram para que as chamas se propagassem rapidamente. “Quando chegámos já o sótão e o primeiro piso estavam destruídos”, revelou.Quanto a uma demora maior que o previsto dos meios de socorro, o máximo responsável dos BMC justificou algum atraso com a falta de água nas imediações da quinta. O que obrigou as viaturas a abastecerem-se a cerca de três quilómetros de distância.No combate ao incêndio estiveram presentes 38 bombeiros e um carro de combate a incêndios dos Bombeiros Voluntários de Santarém, um auto-tanque dos Bombeiros Voluntários de Azambuja, além de duas viaturas de combate a incêndios, uma auto-escada, uma ambulância e dois auto-tanques dos Bombeiros Municipais do Cartaxo.Sete feridos ligeiros em acidente com autocarro em BenaventeSete passageiros de um autocarro ficaram ligeiramente feridos devido à colisão da viatura com um veículo pesado, em Várzea de Samora, disseram à Agência Lusa fontes do Centro Distrital de Operações de Socorro e da GNR.A colisão ocorreu às 14h35 de 30 de Dezembro, em Várzea de Samora, freguesia de Samora Correia, concelho de Benavente, disseram as fontes.No local estiveram 26 elementos e nove viaturas dos bombeiros voluntários de Benavente e de Samora Correia, além de elementos da GNR dos postos de Samora e Benavente.Segundo fonte da GNR, a via esteve temporariamente impedida.
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